sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Comemorar o Dia dos Animais


No passado dia 4 de outubro a Unidade de Apoio para Alunos com Multideficiência e as salas do pré-escolar da EB de Santa Catarina e da Vila comemoraram o Dia dos Animais. Esta atividade foi a primeira do Projeto de Intercâmbio entre a referida Unidade de Apoio (UAEEAM) e as salas do pré-escolar.
Neste dia, a Unidade de Apoio convidou a CRAPAA para trazer alguns cães, gatos e tartarugas, o senhor José (morador na vila) trouxe duas cabras e uma ovelha, a professora Helena Maia (professora na Unidade de Apoio) trouxe um peixinho e a D. Lurdes (assistente operacional na Unidade de Apoio) trouxe um canário.
No início da manhã os alunos com multideficiência estabeleceram uma boa interação com os animais através da exploração sensorial do seu pelo. Os alunos trabalharam igualmente a comunicação através da nomeação e descrição dos animais. Posteriormente e já com o grupos dos alunos do pré-escolar, os voluntários da CRAPAA realizaram um trabalho de sensibilização referente aos cuidados a ter com os animais de estimação.
Foi um dia muito divertido para todos e muito marcante para os alunos com multideficiência, uma vez que estes, por causa dos problemas de acesso aos locais típicos onde estes animais vivem, muitas vezes não os conhecem bem e dificilmente podem tocar-lhes. Foi uma experiência enriquecedora para todos e particularmente trabalhosa para as assistentes operacionais que tiveram de cuidar dos “acidentes de percurso” que os nossos convidados de quatro patas foram deixando pelo chão!
A todos os envolvidos, um Muito Obrigado da Unidade de Apoio para Alunos com Multideficiência.

Professora Teresa Miguel
(Unidade de Apoio Especializado
para a Educação de Alunos com Multideficiência)






Comemorar as Bibliotecas Escolares


sábado, 23 de junho de 2012

Os alunos de Desporto Adaptado da EB de Santa Catarina comemoram o 1º ano de atividade


Os alunos que frequentaram este ano letivo a disciplina específica de Desporto Adaptado fizeram a despedida das aulas desta disciplina com uma atividade muito divertida.
Cada aluno colaborou na pintura da sua t-shirt com a técnica que todos conhecem bem. Dobra-se a t-shirt ao meio, coloca-se a tinta (própria para tecido), pressiona-se com as mãos e depois abre-se de novo a t-shirt. O resultado é sempre surpreendente! Depois é só deixar secar e passar a ferro para fixar a tinta.
O que foi mais significativo neste tipo de atividade foi o considerável grau de participação dos alunos, mesmo aqueles com menor capacidade ao nível da motricidade fina. Outro objetivo desta atividade foi reforçar e comemorar o espírito de grupo que os alunos desenvolveram ao longo deste ano nas atividades da Unidade de Apoio, em particular nas aulas de Desporto Adaptado.
Estas t-shirts, sendo todas semelhantes, também servirão de “equipamento” para identificar os alunos nos próximos encontros de Boccia ou outras saídas de grupo.
Para relembrar, os alunos que frequentaram este ano a disciplina específica de Desporto Adaptado foram: a Carolina Tavares (aluna do pré escolar da EB de Santa Catarina), a Catarina Marques (do 5ºA e apoiada pela UAEEAM), o Marco Falacha (do 4ºD e apoiado pela UAEEAM), o Tiago Penichet (do 8º C), a Alexandra Antunes (do 9ºA) e o João Rocha (do 9ºB e apoiado pela UAEEAM).
Os colegas não se esqueceram da colega Francisca Lourenço que esteve ausente este ano letivo por motivo de doença. Pintaram uma t-shirt que lhe ofereceram no último dia de aulas, quando a Francisca veio visitá-los e desejar boas férias.
O ponto alto desta divertida atividade foi a oferta ao professor Gustavo da sua t-shirt para nos acompanhar nos próximos encontros de Boccia e “não se perder do grupo”…

Unidade de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiência (UAEEAM)
Teresa Miguel


SANTANINHA e FEIRA DE AVÓS E NETOS


A biblioteca escolar de Santa Catarina realizou, mais uma vez, a SANTANINHA, no passado dia 10 de Junho, no jardim da vila de Santa Catarina.  Excecionalmente, este mercado, foi Integrado na FEIRA DE AVÓS E NETOS, um projeto desenvolvido pelas estagiárias do curso de Animação Cultural de Educação Comunitária da Escola Superior de Santarém.
A SANTANINHA é um mercado onde tudo se pode trocar e/ou vender: roupas, fruta fresca e bolos, frutos secos, pulseiras e outros objetos de adorno, produtos da horta, livros, antiguidades, coisas úteis e coisas inúteis. Para além de espaço de convívio entre a comunidade escolar, este mercado pretende sensibilizar os seus participantes para a importância da reutilização, prolongando os ciclos de vida dos objetos e minimizando os desperdícios e o consumo.
Queremos agradecer especialmente à Lara Lourenço, do 2º B, à Francisca Quitério, do 3º C e à Catarina Simões, do 5º A, que se vestiram a rigor, e às suas famílias, pela colaboração prestada não só na cedência e confeção de produtos, mas também na sua venda, no dia da feira. O agradecimento estende-se igualmente aos professores, alunos e funcionários da Escola Básica de Santa Catarina, que aderiram a esta iniciativa, trazendo produtos e colaborando nas vendas, contribuindo desta forma para o seu sucesso. O dinheiro apurado nas vendas reverteu mais uma vez para a biblioteca escolar.

Um obrigado também para todos os que nos visitaram!



segunda-feira, 18 de junho de 2012

BiblioModa - Os Livros na Passerelle


Enquadrado nas comemorações do Dia Mundial da Criança, realizou-se no passado dia 5 e 6 de junho, o concurso BiblioModa – Os Livros na Passerelle, uma iniciativa da biblioteca escolar de Santa Catarina em articulação com os docentes do 1º ciclo e a colaboração dos encarregados de educação. A atividade que teve como objetivos incentivar o gosto pela leitura, estimular a criatividade, desenvolver o espírito crítico e a capacidade de síntese, consistiu num desfile em passerelle, com livros, à semelhança de um desfile de moda. Os alunos tiveram de fazer uma inscrição prévia, escolher um livro do seu agrado e preparar muito bem a sua apresentação, já que, os critérios de avaliação passavam pela capacidade de argumentação e de síntese, criatividade e originalidade. A adesão foi grande, não faltando criatividade aos participantes que encarnaram as personagens das histórias, vestindo-se a rigor e apesar do nervoso miudinho, o momento foi vivido com grande entusiasmo e alegria. Todos os alunos que participaram receberam como prémio um livro e um certificado de participação, mas a Joana Alves do 1º A, a Maria Mendes do 2º B, a Francisca Quitério do 3º C e a Catarina Silva do 4º D, foram as grandes vencedoras de cada ano de escolaridade e receberam ainda um Vale – Penteado/Corte de cabelo, patrocinado por “MARA CABELEIREIROS” de Santa Catarina. 


domingo, 17 de junho de 2012

MELHORES LEITORES premiados com uma visita a Alcobaça

À semelhança de anos anteriores e sempre com o objetivo de premiar os melhores leitores de todo o agrupamento (do 1º ao 9º ano de escolaridade) e destacar os alunos pelo seu empenho nas atividades da biblioteca e pelo prazer de ler, as bibliotecas escolares promoveram, pelo quinto ano consecutivo, a visita dos MELHORES LEITORES. Desta feita, a visita realizou-se no passado dia 23 de maio e os locais escolhidos foram a biblioteca Municipal de Alcobaça, a Academia de Música de Alcobaça e o Parque dos Monges. O dia foi vivido num ambiente de grande convívio e alegria, por todos os que se diferenciaram pelo gosto pela leitura. Queremos, mais uma vez, deixar aqui o nosso agradecimento à Junta de Freguesia de Santa Catarina, pela disponibilização da verba para o autocarro. Só desta forma tem sido possível concretizar esta iniciativa sem qualquer custo para os alunos. O nosso agradecimento estende-se à Biblioteca Municipal de Alcobaça, Academia de Música e seus professores, que proporcionaram aos nossos alunos uma atividade de sensibilização à música e o contacto com diferentes instrumentos, e ainda, à direção do Parque dos Monges que ofereceu as entradas aos alunos e seus acompanhantes. A todos, um bem-haja!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Projeto MARIA ALBERTINA



PROJETO MARIA ALBERTINA I (Como Tudo Aconteceu)

Contexto:
A Maria Albertina foi um espantalho criado pelo “avô da avó Mi”. Esteve durante o ano letivo passado a tomar conta da nossa horta e espantou todos os pássaros que se aproximavam para roubar as sementes dos nossos girassóis.
No início do novo ano letivo, com a chegada do Outono, a nossa horta foi preparada pelo avô Armando para acolher novas sementeiras (o avô Armando é o avô do Francisco) e a Maria Albertina foi novamente requisitada para as suas funções.
O problema é que a nossa amiga estava “velha” e “estragada”, “sem olhos”, “sem roupa” e “sem sapatos” o que causou um grande desalento.
Em conversa o grupo decidiu que abandonar a Maria Albertina, deitando-a fora, não era a melhor solução; ninguém o queria fazer. Era sim necessário, e esta era a opinião geral “fazê-la nova”.
Estava assim dado o mote para um trabalho de projeto que nos iria permitir realizar múltiplas atividades e aprendizagens - corpo humano e vestuário numa primeira fase – constituindo-se ao mesmo tempo como uma excelente oportunidade de colaboração com a família.
A Maria Albertina deixava de ser um simples espantalho da horta para se transformar num elo de ligação entre todos, um objeto de aprendizagem e alegria para todo o grupo.

Objetivos:
- Realizar aprendizagens na área da formação pessoal e social;
- Promover o conhecimento do mundo e a área da expressão e comunicação;
- Envolver a família no quotidiano da escola;
- Promover a reutilização dos materiais;
- Promover a partilha, a proximidade e o afeto;
- Promover as aprendizagens cooperativas e o trabalho de grupo;
- Promover a transversalidade das aprendizagens.

Ações:
Recuperação da Maria Albertina pelas crianças e família. O espantalho circulou pelas casas das crianças e todos os pais contribuíram para a sua recuperação. Uns fizeram-lhe o corpo “ ela está torta”, outros colocaram-lhe os olhos “ ela está cega”, outros o cabelo “ela está careca”, os outros vestiram-lhe as calças “ela está suja”, alguém lhe calçou os sapatos “ ela está descalça” e outros ainda puderam vestir-lhe uma camisola “ela está rota”. Pretendeu-se que todos os materiais utilizados fossem “usados”, promovendo a sua reutilização.

Dinâmica:
A Maria Albertina esteve em casa de cada criança durante 3 dias. A ordem a seguida foi a usada no Jardim de Infância, a que as crianças melhor conhecem: da criança mais velha para a mais nova. Para que não existissem dúvidas foi enviada uma calendarização a todos os pais. As dúvidas posteriores puderam ser esclarecidas por email. Os pais poderiam também fazer o registo fotográfico da sua intervenção na Maria Albertina.

Avaliação do projeto: A avaliação do projeto teve sempre dois interlocutores fundamentais: pais/encarregados de educação e as crianças. Foi com base nas suas propostas e sugestões que o projeto foi evoluindo, adquirindo novas perspetivas e uma dimensão que inicialmente não estava prevista. Periodicidade: reuniões trimestrais com os pais/ encarregados de educação e semanal com o grupo através de registos (desenho, fotografia) e diálogos. 

 PROJETO MARIA ALBERTINA II (Da Imprevisibilidade de um Projeto)

 Quando iniciámos este projeto estávamos longe de imaginar até onde nos levaria, os múltiplos caminhos a que nos conduziu. Isto porque depois da reconstrução da Maria Albertina e da sua vinda para a sala surgiu a ideia de lhe arranjar um amigo; consultaram-se os pais que consideraram a ideia bastante interessante, propondo a construção de um novo boneco. Este boneco deveria ser na sua opinião de cor. Ficou então decidido que seria um africano (Manuel Luís) e a execução da sua responsabilidade, feita nos mesmos moldas que a recuperação da Maria Albertina.
Simultaneamente um dos pais criou uma página no Facebook para acompanhar o projeto, encarregando-se da publicação das fotos que registariam o avanço dos trabalhos.
O seu entusiasmo e o das crianças foi crescendo e deste labor criativo surgiu logo a seguir um asiático (Ping Pong), depois um esquimó (Monoki) e um mexicano (Pablo Miguelito). A última a “nascer” foi a Maria Rita, uma bebé africana.

O que começou por ser apenas um trabalho de recuperação de um espantalho – o guarda dos nossos girassóis - acabou por transformar-se num projeto de grande dimensão, permitindo a exploração de inúmeras vertentes e a realização de aprendizagens ao nível das diversas áreas de conteúdo, contempladas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar.
De uma primeira fase onde foi trabalhado o corpo humano e vestuário depressa se evoluiu para um conceito de educação para a multiculturalidade, propiciando conhecimentos sobre os diversos povos e fomentando a tolerância para com as suas diferenças.
   
Objetivos:
- Promover a transversalidade nas aprendizagens;
- Promover a diversidade de culturas e estilos de vida e desfazer estereótipos;
- Conhecer as diferentes culturas;
- Promover a diversidade cultural, linguística e racial;
- Promover o envolvimento dos pais enquanto parceiros educativos;
- Estabelecer relações de confiança e afetividade com a família;
- Desenvolver trabalho no âmbito do Projeto Educativo do Agrupamento;
- Promover a utilização de ferramentas da web 2.0;
- Realizar pesquisas de informação em diversos suportes.

Ações/atividades
- Construção dos bonecos na casa das crianças;
- Pesquisas no fundo documental da sala, da Biblioteca Escolar e na web;
- Utilização de mapas e globos terrestres;
- Conceção de pequenos adereços identificativos dos diversos povos;
- Conceção de máscaras;
- Elaboração de músicas alusivas à temática;
- Atividades de expressão plástica (pintura, recorte, colagem e desenho em diversos suportes);
- Exploração da língua e da escrita de alguns dos povos envolvidos no projeto;
- Elaboração de vestuário/acessórios.


Bibliografia:
ANDRADE, Júlio Vaz de - Os valores na formação pessoal e social. Lisboa: Texto Editora, 1992
FIGUEIREDO, Ilda - Educar para a cidadania. Porto: Asa, 1999
FONTAINE, Anne Marie - Parceria Família-Escola e Desenvolvimento da Criança. Porto: Asa, 2000
ME/DEB - Orientações Curriculares para a educação pré- escolar, Lisboa: M.E./DEB- NEPE. (1997)

 
MARIA ALBERTINA

A Maria Albertina começou por ser um espantalho da horta. Mas os rigores do seu ofício deixaram-na maltratada e a precisar de reconstrução. Foi assim - para adquirir nova roupagem e rosto - que se iniciou a sua viagem pela casa de todas as crianças. Depois de reconstruída chegou à sala com um novo visual; estava muito mais bonita e o grupo achou que ela não voltaria para a horta. Iria permanecer na sala, companheira de brincadeiras e aventuras.  




MANUEL LUÍS

A Maria Albertina precisava de um amigo. A mãe de uma das crianças sugeriu que este fosse de cor; seria interessante aliar à componente lúdica uma vertente pedagógica assente na multiculturalidade, enriquecendo e alargando o âmbito do projeto. Foi assim que apareceu o Manuel Luís, um africano “nascido” nos Lobeiros, mais propriamente na casa da Núria.



  PING PONG

É asiática. Tem cabelo comprido, preto, e usa um kimono “que veio mesmo da China”. Cresceu muito e tem sempre consigo uma lanterna e um livro com imagens da muralha da China e do exército de terracota. Ensinou-nos que há uma língua chamada mandarim e que se podem usar pauzinhos como talheres. 




MONOKI

“Nasceu” na Moita, na casa da Maria Inês, mas é uma descendente do povo Inuit (membros da nação indígena esquimó). Veste roupas quentinhas e calça botas de pele. Dá grandes passeios no seu trenó, puxado pelo seu cão de raça husky. Com ela aprendemos que mesmo em sítios gelados há uma grande diversidade animal e que para pescar é preciso partir o gelo. Também nos ensinou que no Ártico as casas se chamam iglôs e que são todas feitas de blocos de gelo. Os brinquedos dos meninos do povo Inuit são feitos de osso e pele de foca.



PABLO MIGUELITO

É o nosso mexicano de bigode farfalhudo. Usa poncho e um chapéu que tem umas grandes abas: o sombrero. O Pablo Miguelito gosta muito de dormir a siesta e um dos seus pratos favorito é chili com carne. Toca viola num grupo de mariachis.   

 
MARIA RITA

Faltava um bebé e a Maria Rita veio concretizar o desejo das crianças. É filha da Maria Albertina e do Manuel Luís mas foi construída pela Luísa e pela Telma que assim encontraram uma forma de também elas se envolverem na construção de mais um dos amigos da sala. É mais pequena, tem a cor do pai, usa um vestido de cores garridas e muitos colares e pulseiras. Depois da mãe - a Maria Albertina - é a preferida das crianças. 



 
ANIVERSÁRIO DA MARIA ALBERTINA + FESTA DA EUROPA

Desde a altura em que o avô Armando nos ajudou a tratar da horta - depois de umas férias grandes cheias de sol e praia - já passou quase um ano letivo e o espantalho deu lugar a uma menina que agora representa o continente europeu, em conjunto com outros cinco amigos representantes de outras partes do globo. São eles que agora se juntam na nossa festa, que se sentam à mesa como convidados, partilhando a alegria do seu aniversário. Ainda que dotados de uma “existência de trapos” todos têm um papel simbólico fundamental neste “episódio”, representando o espirito do Dia da Europa e os princípios do projeto Comenius: o desejo de fomentar a paz entre os povos, a democracia e a liberdade como ideal da construção europeia, o trabalho e a aprendizagem enquanto intercâmbio de saberes entre escolas da União Europeia.

Ao alargarmos a proveniência dos amigos da Maria Albertina a outras partes do mundo queremos reforçar que os desejos anteriores devem ser extensíveis a outras geografias, que o conhecimento das diversas culturas fomenta a tolerância entre os povos e que esta compreensão deve ser construída cedo, pela escola, em conjunto com a família. 
Família que desde sempre esteve presente nas diversas fases do projeto e que também aqui fez o acompanhamento colaborativo necessário, disponibilizando tempo e recursos, partilhando os seus princípios orientadores.
Para o grupo de crianças foi um momento de muito entusiasmo e alegria, radiantes por juntarem no aniversário da Maria Albertina, o Manuel Luís, a Ping Pong, a Monoki, o Pablo Miguelito, a Maria Rita, o pai, a mãe e os avós. E por todos juntos poderem cantar:



 Educadora Luísa Nogueira
Escola Básica de Alvorninha

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Ensino da História através da BD


Realizou-se no dia 30 de abril, pelas 14.30h, na biblioteca escolar, uma atividade subordinada ao tema “Ensino da História através da banda desenhada (BD)”.
A referida atividade resultou de uma articulação entre a biblioteca escolar e o departamento de Ciências Sociais e Humanas e foi dinamizada pelo professor convidado, Dr. Luís Fernandes (docente da Universidade Católica Portuguesa de Viseu). O público-alvo da mesma foram os alunos das três turmas do 8.º ano de escolaridade, com o objetivo de ilustrar de que forma a BD pode estar ao serviço do ensino/aprendizagem da disciplina de História, tornando-a mais atrativa e aliciante.
Uma vez que aquela é uma “arte” do agrado desta faixa etária, sabemos que constitui uma forte motivação por forma a cativar os alunos e a tornar a disciplina mais apelativa.
Visto ter-se comemorado mais um aniversário do 25 de abril, este foi um dos assuntos que o convidado selecionou para trabalhar e apresentar através da BD.
A iniciativa decorreu com sucesso, pois os alunos mostraram-se interessados e atentos e, sempre que acharam pertinente, colocaram questões ao docente.