sexta-feira, 15 de junho de 2012

Projeto MARIA ALBERTINA



PROJETO MARIA ALBERTINA I (Como Tudo Aconteceu)

Contexto:
A Maria Albertina foi um espantalho criado pelo “avô da avó Mi”. Esteve durante o ano letivo passado a tomar conta da nossa horta e espantou todos os pássaros que se aproximavam para roubar as sementes dos nossos girassóis.
No início do novo ano letivo, com a chegada do Outono, a nossa horta foi preparada pelo avô Armando para acolher novas sementeiras (o avô Armando é o avô do Francisco) e a Maria Albertina foi novamente requisitada para as suas funções.
O problema é que a nossa amiga estava “velha” e “estragada”, “sem olhos”, “sem roupa” e “sem sapatos” o que causou um grande desalento.
Em conversa o grupo decidiu que abandonar a Maria Albertina, deitando-a fora, não era a melhor solução; ninguém o queria fazer. Era sim necessário, e esta era a opinião geral “fazê-la nova”.
Estava assim dado o mote para um trabalho de projeto que nos iria permitir realizar múltiplas atividades e aprendizagens - corpo humano e vestuário numa primeira fase – constituindo-se ao mesmo tempo como uma excelente oportunidade de colaboração com a família.
A Maria Albertina deixava de ser um simples espantalho da horta para se transformar num elo de ligação entre todos, um objeto de aprendizagem e alegria para todo o grupo.

Objetivos:
- Realizar aprendizagens na área da formação pessoal e social;
- Promover o conhecimento do mundo e a área da expressão e comunicação;
- Envolver a família no quotidiano da escola;
- Promover a reutilização dos materiais;
- Promover a partilha, a proximidade e o afeto;
- Promover as aprendizagens cooperativas e o trabalho de grupo;
- Promover a transversalidade das aprendizagens.

Ações:
Recuperação da Maria Albertina pelas crianças e família. O espantalho circulou pelas casas das crianças e todos os pais contribuíram para a sua recuperação. Uns fizeram-lhe o corpo “ ela está torta”, outros colocaram-lhe os olhos “ ela está cega”, outros o cabelo “ela está careca”, os outros vestiram-lhe as calças “ela está suja”, alguém lhe calçou os sapatos “ ela está descalça” e outros ainda puderam vestir-lhe uma camisola “ela está rota”. Pretendeu-se que todos os materiais utilizados fossem “usados”, promovendo a sua reutilização.

Dinâmica:
A Maria Albertina esteve em casa de cada criança durante 3 dias. A ordem a seguida foi a usada no Jardim de Infância, a que as crianças melhor conhecem: da criança mais velha para a mais nova. Para que não existissem dúvidas foi enviada uma calendarização a todos os pais. As dúvidas posteriores puderam ser esclarecidas por email. Os pais poderiam também fazer o registo fotográfico da sua intervenção na Maria Albertina.

Avaliação do projeto: A avaliação do projeto teve sempre dois interlocutores fundamentais: pais/encarregados de educação e as crianças. Foi com base nas suas propostas e sugestões que o projeto foi evoluindo, adquirindo novas perspetivas e uma dimensão que inicialmente não estava prevista. Periodicidade: reuniões trimestrais com os pais/ encarregados de educação e semanal com o grupo através de registos (desenho, fotografia) e diálogos. 

 PROJETO MARIA ALBERTINA II (Da Imprevisibilidade de um Projeto)

 Quando iniciámos este projeto estávamos longe de imaginar até onde nos levaria, os múltiplos caminhos a que nos conduziu. Isto porque depois da reconstrução da Maria Albertina e da sua vinda para a sala surgiu a ideia de lhe arranjar um amigo; consultaram-se os pais que consideraram a ideia bastante interessante, propondo a construção de um novo boneco. Este boneco deveria ser na sua opinião de cor. Ficou então decidido que seria um africano (Manuel Luís) e a execução da sua responsabilidade, feita nos mesmos moldas que a recuperação da Maria Albertina.
Simultaneamente um dos pais criou uma página no Facebook para acompanhar o projeto, encarregando-se da publicação das fotos que registariam o avanço dos trabalhos.
O seu entusiasmo e o das crianças foi crescendo e deste labor criativo surgiu logo a seguir um asiático (Ping Pong), depois um esquimó (Monoki) e um mexicano (Pablo Miguelito). A última a “nascer” foi a Maria Rita, uma bebé africana.

O que começou por ser apenas um trabalho de recuperação de um espantalho – o guarda dos nossos girassóis - acabou por transformar-se num projeto de grande dimensão, permitindo a exploração de inúmeras vertentes e a realização de aprendizagens ao nível das diversas áreas de conteúdo, contempladas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar.
De uma primeira fase onde foi trabalhado o corpo humano e vestuário depressa se evoluiu para um conceito de educação para a multiculturalidade, propiciando conhecimentos sobre os diversos povos e fomentando a tolerância para com as suas diferenças.
   
Objetivos:
- Promover a transversalidade nas aprendizagens;
- Promover a diversidade de culturas e estilos de vida e desfazer estereótipos;
- Conhecer as diferentes culturas;
- Promover a diversidade cultural, linguística e racial;
- Promover o envolvimento dos pais enquanto parceiros educativos;
- Estabelecer relações de confiança e afetividade com a família;
- Desenvolver trabalho no âmbito do Projeto Educativo do Agrupamento;
- Promover a utilização de ferramentas da web 2.0;
- Realizar pesquisas de informação em diversos suportes.

Ações/atividades
- Construção dos bonecos na casa das crianças;
- Pesquisas no fundo documental da sala, da Biblioteca Escolar e na web;
- Utilização de mapas e globos terrestres;
- Conceção de pequenos adereços identificativos dos diversos povos;
- Conceção de máscaras;
- Elaboração de músicas alusivas à temática;
- Atividades de expressão plástica (pintura, recorte, colagem e desenho em diversos suportes);
- Exploração da língua e da escrita de alguns dos povos envolvidos no projeto;
- Elaboração de vestuário/acessórios.


Bibliografia:
ANDRADE, Júlio Vaz de - Os valores na formação pessoal e social. Lisboa: Texto Editora, 1992
FIGUEIREDO, Ilda - Educar para a cidadania. Porto: Asa, 1999
FONTAINE, Anne Marie - Parceria Família-Escola e Desenvolvimento da Criança. Porto: Asa, 2000
ME/DEB - Orientações Curriculares para a educação pré- escolar, Lisboa: M.E./DEB- NEPE. (1997)

 
MARIA ALBERTINA

A Maria Albertina começou por ser um espantalho da horta. Mas os rigores do seu ofício deixaram-na maltratada e a precisar de reconstrução. Foi assim - para adquirir nova roupagem e rosto - que se iniciou a sua viagem pela casa de todas as crianças. Depois de reconstruída chegou à sala com um novo visual; estava muito mais bonita e o grupo achou que ela não voltaria para a horta. Iria permanecer na sala, companheira de brincadeiras e aventuras.  




MANUEL LUÍS

A Maria Albertina precisava de um amigo. A mãe de uma das crianças sugeriu que este fosse de cor; seria interessante aliar à componente lúdica uma vertente pedagógica assente na multiculturalidade, enriquecendo e alargando o âmbito do projeto. Foi assim que apareceu o Manuel Luís, um africano “nascido” nos Lobeiros, mais propriamente na casa da Núria.



  PING PONG

É asiática. Tem cabelo comprido, preto, e usa um kimono “que veio mesmo da China”. Cresceu muito e tem sempre consigo uma lanterna e um livro com imagens da muralha da China e do exército de terracota. Ensinou-nos que há uma língua chamada mandarim e que se podem usar pauzinhos como talheres. 




MONOKI

“Nasceu” na Moita, na casa da Maria Inês, mas é uma descendente do povo Inuit (membros da nação indígena esquimó). Veste roupas quentinhas e calça botas de pele. Dá grandes passeios no seu trenó, puxado pelo seu cão de raça husky. Com ela aprendemos que mesmo em sítios gelados há uma grande diversidade animal e que para pescar é preciso partir o gelo. Também nos ensinou que no Ártico as casas se chamam iglôs e que são todas feitas de blocos de gelo. Os brinquedos dos meninos do povo Inuit são feitos de osso e pele de foca.



PABLO MIGUELITO

É o nosso mexicano de bigode farfalhudo. Usa poncho e um chapéu que tem umas grandes abas: o sombrero. O Pablo Miguelito gosta muito de dormir a siesta e um dos seus pratos favorito é chili com carne. Toca viola num grupo de mariachis.   

 
MARIA RITA

Faltava um bebé e a Maria Rita veio concretizar o desejo das crianças. É filha da Maria Albertina e do Manuel Luís mas foi construída pela Luísa e pela Telma que assim encontraram uma forma de também elas se envolverem na construção de mais um dos amigos da sala. É mais pequena, tem a cor do pai, usa um vestido de cores garridas e muitos colares e pulseiras. Depois da mãe - a Maria Albertina - é a preferida das crianças. 



 
ANIVERSÁRIO DA MARIA ALBERTINA + FESTA DA EUROPA

Desde a altura em que o avô Armando nos ajudou a tratar da horta - depois de umas férias grandes cheias de sol e praia - já passou quase um ano letivo e o espantalho deu lugar a uma menina que agora representa o continente europeu, em conjunto com outros cinco amigos representantes de outras partes do globo. São eles que agora se juntam na nossa festa, que se sentam à mesa como convidados, partilhando a alegria do seu aniversário. Ainda que dotados de uma “existência de trapos” todos têm um papel simbólico fundamental neste “episódio”, representando o espirito do Dia da Europa e os princípios do projeto Comenius: o desejo de fomentar a paz entre os povos, a democracia e a liberdade como ideal da construção europeia, o trabalho e a aprendizagem enquanto intercâmbio de saberes entre escolas da União Europeia.

Ao alargarmos a proveniência dos amigos da Maria Albertina a outras partes do mundo queremos reforçar que os desejos anteriores devem ser extensíveis a outras geografias, que o conhecimento das diversas culturas fomenta a tolerância entre os povos e que esta compreensão deve ser construída cedo, pela escola, em conjunto com a família. 
Família que desde sempre esteve presente nas diversas fases do projeto e que também aqui fez o acompanhamento colaborativo necessário, disponibilizando tempo e recursos, partilhando os seus princípios orientadores.
Para o grupo de crianças foi um momento de muito entusiasmo e alegria, radiantes por juntarem no aniversário da Maria Albertina, o Manuel Luís, a Ping Pong, a Monoki, o Pablo Miguelito, a Maria Rita, o pai, a mãe e os avós. E por todos juntos poderem cantar:



 Educadora Luísa Nogueira
Escola Básica de Alvorninha

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Ensino da História através da BD


Realizou-se no dia 30 de abril, pelas 14.30h, na biblioteca escolar, uma atividade subordinada ao tema “Ensino da História através da banda desenhada (BD)”.
A referida atividade resultou de uma articulação entre a biblioteca escolar e o departamento de Ciências Sociais e Humanas e foi dinamizada pelo professor convidado, Dr. Luís Fernandes (docente da Universidade Católica Portuguesa de Viseu). O público-alvo da mesma foram os alunos das três turmas do 8.º ano de escolaridade, com o objetivo de ilustrar de que forma a BD pode estar ao serviço do ensino/aprendizagem da disciplina de História, tornando-a mais atrativa e aliciante.
Uma vez que aquela é uma “arte” do agrado desta faixa etária, sabemos que constitui uma forte motivação por forma a cativar os alunos e a tornar a disciplina mais apelativa.
Visto ter-se comemorado mais um aniversário do 25 de abril, este foi um dos assuntos que o convidado selecionou para trabalhar e apresentar através da BD.
A iniciativa decorreu com sucesso, pois os alunos mostraram-se interessados e atentos e, sempre que acharam pertinente, colocaram questões ao docente.




quinta-feira, 31 de maio de 2012

SANTANINHA

À semelhança de anos anteriores a biblioteca escolar de Santa Catarina irá realizar a SANTANINHA. No entanto e excecionalmente, este mercado, estará Integrado na FEIRA DE AVÓS E NETOS, um projeto desenvolvido pelas estagiárias do curso de Animação Cultural de Educação Comunitária da Escola Superior de Santarém.
A SANTANINHA é um mercado onde tudo se pode trocar e/ou vender: roupas, fruta fresca e bolos, frutos secos, pulseiras e outros objetos de adorno, produtos da horta, livros, antiguidades, coisas úteis e coisas inúteis. Para além de espaço de convívio entre a comunidade escolar, este mercado pretende sensibilizar os seus participantes para a importância da reutilização, prolongando os ciclos de vida dos objetos e minimizando os desperdícios e o consumo.

PARTICIPA!
 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Escola de Santa Catarina adere à iniciativa "MARÉ HUMANA"


No passado dia 11 de maio, 100 alunos do 2º e 3º ciclos da Escola Básica de Santa Catarina aderiram à iniciativa “MARÉ HUMANA”, promovida pela ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa e participaram, com grande entusiasmo, nas atividades de recolha de lixo, gincana e esculturas na areia, dinamizadas no âmbito da  educação ambiental, que decorreu na praia – Medão-Supertubos, em Peniche. O momento alto do programa viveu-se com a formação de um cordão humano em defesa da proteção da costa. O evento teve como objetivo alertar para um conjunto de ameaças ao litoral, nomeadamente para a poluição, as alterações climáticas ou o aumento dos níveis das águas do mar e ao mesmo tempo sensibilizar para a alteração de comportamentos. 




Escola mais empreendedora e alunos com projetos inovadores ganham prémios!


No âmbito Academia de Empreendedores da Região Oeste, realizou-se no passado Sábado dia 12 de maio de 2012, na Junta de Freguesia de Caldas da Rainha, a Cerimónia de Entrega de Prémios.
Esta Cerimónia contou com cerca uma centena de participantes entre alunos, encarregados de educação, professores bem como os representantes das várias escolas envolvidas neste projeto. Foram atribuídos prémios aos 9 projetos finalistas. As Iniciativas “O meu 1º Euro” do 2º ciclo, “O meu 1º Milhar” do 3º ciclo e “O meu 1º Milhão” do Ensino Secundário já na sua 6ª edição, tem vindo a motivar cada vez mais alunos, e professores que os apoiam na “criação de um negócio”, fazendo com que, de ano para ano, nos deparemos com projetos mais ambiciosos. “Muitos deles, apresentam ideias inovadoras e concretizáveis” (opinião do Júri).
Esta iniciativa é promovida pela AIRO (Associação Industrial da Região do Oeste) e pela Câmara Municipal das Caldas da Rainha
Neste ano letivo 2011/2012, os projetos vencedores da nossa escola foram:

O Meu 1º Euro – 2º Ciclo

1º Lugar –Catarina Raquel Ribeiro Simões – 5ºA
  
Projeto -Limflomat (Equipamento de roça, produção e embalagem de briquete)

Prémio –Taça, vale no valor de 100€ e 2 certificados (vencedor e participação)

3º Lugar –André Manuel Martins Rebelo - 6ºA
   
Cristiana Sofia Santos Domingos – 6ºA

Cláudia Filipa Faustino do Coito – 6ºA

Projeto – CCA - Fralda com microchip (Deteta quando a fralda necessita de ser mudada)

Prémio – Taça, vale no valor de 50€ e Certificado (participação)

O Meu 1º Milhar -3º Ciclo

1º Lugar –Beatriz Isabel Jacinto Barros  -  8ºC
Mariana Santos Rebelo - 8º C

Projeto – MB Protec - Sistema de segurança para edifícios comerciais (controlo e segurança das crianças autónomas em centros comerciais)

Prémio – Taça, vale no valor de 100€ e 2 Certificados (vencedor e participação)

3º Lugar –Henrique Boita Ferreira Paulo – 7ºB

Projeto -Calorimed – Analisa as calorias dos alimentos para controlar a obesidade e para as pessoas que tem problemas de colesterol elevado)

Prémio –Taça, vale no valor de 50€ e Certificado (participação)
Os prémios foram igualmente atribuídos às Escolas que mais se distinguiram, sendo a  

Escola Básica de Santa Catarina considerada a Mais Empreendedora!

Parabéns a todos!












terça-feira, 22 de maio de 2012

FEIRA DE AVÓS E NETOS


As estagiárias do curso de Animação Cultural e Educação Comunitária, da Escola Superior de Educação de Santarém, no âmbito do seu projeto de estágio, realizado nas instituições Escola Básica de Santa Catarina e Centro de Dia do Centro Social e Paroquial de Santa Catarina, convidam toda a comunidade a visitar uma Feira a decorrer no dia 10 de Junho de 2012, entre as 12H e as 18H, no jardim da Vila de Santa Catarina. Pretendemos transmitir e demonstrar a toda a comunidade local, a riqueza cultural dos idosos, as suas habilidades, expondo todos os produtos e artigos produzidos, ao longo do semestre, quer pelos idosos do Centro de Dia, quer por alguns alunos do 9.º ano da EB, e em simultâneo proporcionar aos visitantes da feira um momento animado, de convívio intergeracional, lúdico e cultural.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Batalha de Leitura|Poesia e... o 1º prémio vai para... ANDREIA SUSANO do 6º C!


A Andreia Susano, do 6º C, da Escola Básica de Santa Catarina, foi a grande vencedora ao nível do 2º ciclo, ao arrecadar o 1º lugar, na segunda edição da Final Interconcelhia da Batalha de Leitura|Poesia, que decorreu hoje, dia 4 de Maio de 2012, no auditório da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro. O Micael Faustino que representou a escola pelo 3º ciclo, embora não tivesse ficado entre os três primeiros classificados, também esteve muito bem! 
A iniciativa é uma organização conjunta dos professores bibliotecários de Caldas da Rainha e Óbidos, que envolve todas as escolas do 2º e 3º ciclos e secundário dos concelhos de Caldas da Rainha e Óbidos e tem como objetivos estimular a relação dos alunos com a poesia e com o texto poético, criar condições para a comunicação e produção poética e desenvolver estratégias de motivação dos jovens para o ato de ler e escrever.
A Final do concurso é antecedida de uma pré-eliminatória dividida em duas fases, para apuramento de um aluno por ciclo/escola. Na primeira fase do concurso estiveram envolvidas todas as turmas do 2º e 3º ciclos da escola, que selecionaram, nas aulas de Língua Portuguesa, um(a) aluno(a) que passou à segunda fase, que teve lugar no Dia Mundial da Poesia, na biblioteca escolar de Santa Catarina. As turmas estiveram representadas pela Sofia Rocha do 5º A, pelo João Lourenço do 5º B, pelo Bruno Silva do 5º C, pela Cláudia Coito do 6º A, pelo Marcelo Alves do 6º B, pela Andreia Susano do 6º C, pelo Micael Faustino do 7º A, pelo Henrique Paulo do 7º B, pelo Miguel Querido do 7º C, pelo Ricardo Antunes do 8º A, pelo Rafael Fialho do 8º B, pela Beatriz Luís do 8º C, pela Sara Funcheira do 9º A, pela Rita Rosário do 9º B e pelo Miguel Luís do 9º C.  
A biblioteca escolar agradece a todos os alunos que participaram e a todos os professores que colaboraram nesta iniciativa.

Parabéns a todos!
Parabéns ANDREIA, por teres ganho esta BATALHA!
Viva a Andreia!
Viva a POESIA!







quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sessão de Formação sobre Morcegos


Foi com grande entusiasmo, que todos os alunos do 2º ciclo, participaram nas sessões de formação sobre Morcegos, dinamizadas pelo professor José Artur Pinto, que tiveram lugar na biblioteca escolar de Santa Catarina, no passado dia 24 de Abril. A atividade promovida pelo departamento de Matemática e Ciências Experimentais, insere-se no programa Eco-Escolas, no âmbito das comemorações do Ano do Morcego.






segunda-feira, 16 de abril de 2012

Comemoração do Dia do Pai


As professoras de Hortofloricultura, Ana Clemente e Helena Maia convidaram os pais a vir festejar com os seus filhos oDia do Pai pois, um homem para se sentir completo deve, segundo um ditado popular: “Ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro.
A atividade decorreu no horário da aula de HORTO – 13:40/ 15:15, do dia 19 de Março, e apesar de só ter comparecido o pai da aluna Catarina Marques, que se fez acompanhar pelo seu filho, viveram-se momentos muito agradáveis.
Foi feita uma visita guiada ao jardim e horta pedagógicas. Seguiu-se a plantação de uma aveleira e de um marmeleiro, na qual todos participaram numa mistura de curiosidade e de satisfação. Para finalizar, um lanche de confraternização.
As fotos que se seguem evidenciam a atividade.



segunda-feira, 9 de abril de 2012

LABORATÓRIO ABERTO DE CIÊNCIAS E MATEMÀTICA

 
No dia 23 de Março de 2012, realizaram-se atividades práticas e de divulgação científica, relativas às áreas curriculares de Matemática, Ciências Físico-Químicas e Ciências Naturais, envolvendo diretamente os professores do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais. Estas atividades envolveram os alunos do Agrupamento de Escolas de Santa Catarina, desde o quarto ano do primeiro ciclo, segundo e terceiros ciclos, assim como os respetivos professores titulares de turma e professores acompanhantes das turmas.
Nas diferentes salas em que decorreram as atividades, salas 8 e 16 (Laboratórios de Matemática), sala 24 (Laboratório de Ciências Naturais) e sala 25 (Laboratório de Ciências Físico-Químicas) estiveram disponíveis para os diferentes grupos de alunos atividades práticas diversas.
         Alguns alunos da sala de multideficiência, acompanhados pela Professora Teresa Miguel, como o João Rocha do 9º B e a Catarina Marques do 5º A puderam também vivenciar algumas das atividades, como a realização da impressão digital com cristais de iodo e a tentativa de adivinhar o sabor ácido, amargo, doce ou salgado dos alimentos.
Assim, nos laboratórios de Matemática, os alunos tiveram oportunidade de realizar jogos geométricos como o Tangran e o Pentaminós, jogos de estratégia/raciocínio, nomeadamente o Solitário, Quatro em Linha, Semáforo, Konane, Ouri, Abalone, Hex, Rastros e Quarto, jogos de cálculo mental como o SuperTmatik e também jogos de engenho. A realização dos jogos favoreceu o trabalho cooperativo e contribuiu para o desenvolvimento de capacidades matemáticas, pessoais e sociais. Os alunos tiveram possibilidade de aliar o raciocínio, estratégia e reflexão com desafio e competição de uma forma lúdica e muito rica. Todos eles tiveram oportunidade de experimentar jogos menos “populares”, mas nem por isso menos interessantes e o balanço foi positivo, uma vez que o empenho e a participação foram bastante satisfatórios. De salientar apenas que os alunos do 9ºC se disponibilizaram para ajuda na limpeza e arrumação do espaço, uma vez que foram a última turma a usufruir do mesmo.
No laboratório de Ciências Físico-Químicas foram desenvolvidas, com a ajuda dos alunos da turma  7ºC, as atividades: eletrólise da água, destilação do vinho, lata colapsante, densidade de líquidos, calha sem atrito, eletroíman, bola flutuante, células fotovoltaicas, condutividade elétrica de materiais  e ótica do olho humano. Estas atividades proporcionaram aos alunos visitantes, e aos colaborantes, momentos de diversão, pesquisa, interpretação e reconhecimento do caráter lúdico e divertido das ciências experimentais.
No laboratório de Ciências Naturais os alunos tiveram a oportunidade de manusear o modelo anatómico humano e o modelo de um vulcão. Nesta sala estiveram expostos trabalhos elaborados pelos alunos do 8º C.


A realização das impressões digitais, contou com o auxílio das alunas da turma 7º B, Alexandra Constantino, nº 2 e Ana Rita, nº 5. Da mesma turma, também colaborou a aluna Ana Luísa, nº 4, na atividade de identificação dos diferentes tipos de sabores dos alimentos.
           As alunas Inês Gomes, n.º 15 e Marta Lopes, n.º 21 do 7º B, estiveram nas atividades de microscopia, auxiliando os alunos na realização de preparações temporárias da epiderme da cebola, observação da letra F ao microscópio ótico composto e respetivas focagens das preparações. Também auxiliaram e transmitiram informações sobre o material de observação à lupa: como líquenes, soros e respetivos esporângios e esporos de fetos. Também foram observados à lupa grãos de areia.
A experiência “Como introduzir um ovo (cozido) num balão de vidro?” também teve muito êxito, por ter suscitado muito interesse o facto de como um ovo cozido, que apresenta dimensões superiores à abertura do balão, poder entrar no balão sem que se desfaça. Os fósforos acesos ao serem deitados para o balão aquecem o ar que se encontrava no interior deste. Como já sabemos, um gás quando é aquecido passa a ocupar um volume maior do que o inicial. Quando o gás arrefece contrai-se, passando a ocupar um volume inferior. A partir do momento em que colocamos o ovo no gargalo do balão passamos a ter um sistema fechado. Ou seja, quando o gás inicia a sua contração (arrefecimento), a pressão no interior do balão baixa para níveis inferiores. Nesse instante, o ovo vai ser sugado para o interior do balão para diminuir a diferença entre a pressão no exterior do balão e no interior deste. Ou seja, o ovo vai ser obrigado a ocupar o espaço deixado pelo gás que se contrai à medida que a temperatura baixa.



A aluna Cristiana Fialho, n.º 8 e mais esporadicamente o aluno Filipe Rodrigues, nº 11 da mesma turma, mostraram também alguma disponibilidade para fazer um acompanhamento de outros alunos, especialmente os mais novos, como os do primeiro e segundo ciclos.
No final, as alunas acima citadas, prontificaram-se também para ajudar na arrumação e limpeza da sala. O contributo destes alunos foi fundamental para que as atividades decorressem com normalidade.
Os professores envolvidos julgam poder afirmar que a generalidade dos alunos apreciaram as atividades.



domingo, 1 de abril de 2012

Comemorar a SEMANA DA LEITURA


Pelo sexto ano consecutivo, o Plano Nacional de Leitura veio propor às escolas e aos agrupamentos que comemorassem a Semana da Leitura. O Agrupamento de Escolas de Santa Catarina aderiu mais uma vez à iniciativa e celebrou o livro e a leitura, entre os dias 1 e 21 de Março. Os dias, foram marcados pela presença dos livros e de atividades diversificadas que serão certamente guardadas na memória de todos os que nelas participaram ou assistiram. Assim, recebemos a visita do jovem autor, Pedro Querido, que apresentou o seu livro de poesia “A Pia Transbordou” e cativou os alunos com a sua sensibilidade e criatividade. Também Raquel Maia Campos, jovem autora caldense, revelou o seu talento para a escrita com a apresentação do seu livro “O Ceptro de Nefertari”.
Tivemos também a leitura/divulgação da coletânia “Reciclomania”, para o pré-escolar e 1º ciclo, a segunda fase das Olimpíadas da Leitura, o concurso Cherub, patrocinado pela Porto Editora, para os alunos do 3.º ciclo, o concurso “Faça Lá um Poema”, para os alunos do 2º e 3º ciclos, no âmbito do Plano Nacional de Leitura, as sessões de divulgação/sensibilização, junto dos alunos do 2º ciclo, pela professora Teresa Miguel, de Educação Especial, de literatura adaptada para alunos com deficiência e multideficiência, e a apresentação da peça de teatro “Silêncio… Vamos Rir!” (Quadros de Revista), pelos alunos do clube de teatro, para todos os alunos do 2º ciclo e idosos do Centro de Dia do Centro Social e Paroquial de Santa Catarina.
E … os pais, avós, irmãos… vieram, mais uma vez, contar e cantar histórias às salas de aula dos seus familiares, … e houve lugar, mais uma vez,  para o já tradicional “Tempo de Ler”, quarenta e cinco minutos de leitura recreativa, no dia 20 de Março, de manhã – em que todos os elementos da comunidade educativa do agrupamento foram convidados a suspender as suas atividades para, pura e simplesmente, lerem.
Para encerrar a(s) Semana(s) da Leitura, a biblioteca escolar de Santa Catarina, comemorou o Dia Mundial da Poesia com a final/escola da Batalha de Leitura|Poesia e  a leitura e exposição em Literatura de Cordel, de poemas feitos pelos alunos. Os alunos do 9º A, de TED, fizeram também a leitura dramatizada do poema “Trem de Ferro” de Manuel Bandeira. O Dia Mundial da Árvore e da Floresta foi igualmente lembrado, com a leitura da história “A Árvore Generosa” e apresentação da adaptação feita pelos alunos surdos, da mesma obra, em Língua Gestual.
A todos os que colaboraram, abdicando do seu tempo livre em prol dos livros e da leitura, o nosso muito obrigado!