quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Brincar com a Música


No passado dia 15 de Novembro, todas as crianças do pré-escolar do Agrupamento, tiveram oportunidade de participar na atividade “Brincar com a Música”, dinamizada pela professora bibliotecária, Isabel Seno, do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre. A iniciativa resulta de uma parceria entre bibliotecas escolares e tem como objetivos facilitar a expressão e a criatividade, ajudar a comunicação e a integração no grupo, desenvolver a atenção/concentração e a memória auditiva e contribuir para o desenvolvimento da expressão corporal e adaptação ao espaço.


Pré-escolar da escola básica e de Santa Catarina
Pré-escolar de Carvalhal Benfeito
Pré-escolar da Ramalhosa
Pré escolar da escola básica de Alvorninha

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Os mais pequenos também sabem construir castelos!


Quem teve a oportunidade de ver chegar à exposição de castelos os dois exemplares construídos pelos meninos e meninas da sala do Pré-Escolar da nossa escola não pode deixar de sorrir perante a sua entrada no edifício principal.
Chegaram à exposição alinhados dois a dois, tal qual um pequeno exército a guardar o seu pequeno tesouro. Um tesouro que necessitou ser transportado com todo o cuidado em rodados improvisados. Após alguns malabarismos, os dois castelos finalmente assumiram o seu lugar de destaque na exposição. Por esta altura, a curiosidade dos pequeninos já tinha destruído a formatura pois não conseguiram resistir às dezenas de castelos expostos.
Um castelo para o Shrek e outro para a sua amada, Fiona, foi o conceito idealizado para a construção dos dois castelos. Foi bastante imaginativo ter associado a ideia do castelo enquanto presença habitual no cinema, neste caso o cinema infantil, algo que felizmente está presente no imaginário dele, o que proporciona um bom campo de trabalho para quem trabalha diariamente com eles. De todos os materiais utilizados na elaboração dos castelos ficámos a saber através da educadora Anabela que as cascas de noz despertaram uma boa quota da sua atenção e que foi bastante disputada a tarefa de as colar ao castelo. Não faltaram nozes pelo que houve oportunidade para todos terem o seu espaço para a respetiva colagem.
A avaliar pelo resultado final dos castelos dos mais novos, não haverá problemas em manter esta atividade com originalidade durante vários anos. Temos uma nova geração de arquitetos de castelos a caminho.
Por todo o empenho e alegria empregue nesta atividade queremos deixar um grande, grande agradecimento aos nossos pequeninos artistas. À Beatriz, à Carlota, às três Carolinas, à Constança, ao Daniel e ao Daniel, ao Diogo, ao Hector, à Lara, à Inês, à Laura, à Madalena, à Rita, à Simone e ao Telmo merecem os nossos parabéns!
Luís Sousa




terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ata da Assembleia de Escola Escola Básica de Alvorninha - Pré-escolar e primeiro ciclo


Aos dezasseis dias do mês de novembro do ano de dois mil e onze, pelas onze horas, a presente assembleia de escola discutiu o seguinte tema: A tolerância.
Questões da discussão a salientar:
O que é a tolerância / intolerância?
Exemplos de tolerância / intolerância:
Por que somos tolerantes?
Por que somos intolerantes?
Consequências de sermos tolerantes / intolerantes:
Limites da tolerância:
Conclusões:
         Relativamente à primeira questão concluiu-se que a tolerância é capacidade de aceitar as pessoas como elas são, o que foi dito pelo aluno Miguel do terceiro D, ou seja, compreender as diferenças.
         Enquanto se desenrolava a assembleia foram dados pelos alunos exemplos de tolerância e intolerância e foram apresentados dois vídeos: O Patinho Feio e Billy Elliot, um rapaz que queria ser bailarino, contrariando a vontade da família.
         No respeitante à terceira questão percebemos que somos mais tolerantes para com as pessoas que conhecemos e gostamos, para com as que têm gostos mais parecidos com os nossos e para com as que são mais simpáticas. Tendemos a ser intolerantes quando temos medo, não conhecemos as pessoas ou as situações, quando não gostamos das pessoas e quando estamos irritados. 
         Em referência às consequências de sermos tolerantes ou intolerantes,conseguimos chegar à conclusão que se formos tolerantes fazemos mais amigos, temos mais coisas porque podemos partilhar, evitam-se as guerras e a violência.
No tocante à questão dos limites da tolerância, ou seja, quando já não podemos continuar a ser tolerantes, ou se pelo contrário deveremos ser sempre tolerantes, depois de ouvidas várias opiniões, aceitou-se como limite o momento em que já não é possível uma convivência segura das pessoas ou a integridade dos seus pertences. A professora Tânia e a professora Alexandra apresentaram, como exemplo do que se estava a discutir, o facto dos livros existentes no ponto de leitura do átrio da escola estarem danificados devido ao mau uso que lhes é dado. Tendo em conta a discussão inerente a este assunto, por proposta da professora Alexandra, ficou acordado que nas respetivas turmas serão propostas regras que possam orientar e disciplinar a utilização do ponto de leitura. A partir destas propostas serão registadas as respetivas regras de utilização.
Nada mais havendo a acrescentar, deu-se por encerrada a sessão.
Os secretários:
João Ferreira
Bianca Tomé
Turma E / 4º ano




 

De mãos dadas…


A EB de Alvorninha caminha de mãos dadas com os “avós” do Centro de Dia.
Para além das visitas regulares dos idosos à nossa Biblioteca, temos também assinalado, em conjunto, algumas efemérides: o Dia Mundial do Idoso, o Pão por Deus e o Magusto.
Contamos histórias, fazemos bolinhos, cantamos, trocamos presentes.
 E o importante é que todos ficamos mais ricos, porque se trocam saberes e se promove o convívio intergeracional!


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Poesias a rimar com José Fanha


No passado dia 3 de Novembro, com a colaboração da Casa das Artes da Rainha, todos os alunos do pré-escolar do Agrupamento e os alunos do 1º ano da Escola Básica de Santa Catarina, Carvalhal Benfeito e Alvorninha, tiveram a honra de receber o escritor e poeta José Fanha. Os encontros decorreram no espaço das bibliotecas escolares, num ambiente muito animado e de grande cumplicidade, com as poesias declamadas e as histórias reais e inventadas pelo autor. José Fanha, também apreciou e autografou o trabalho feito pelos alunos do pré-escolar, baseado nos seus livros "O Dia em que a Mata Ardeu" e "O Dia em que o Mar Desapareceu", no âmbito do projeto "Histórias a Andar". É com muito orgulho que deixamos aqui o nosso agradecimento ao escritor pela sua presença, simpatia, disponibilidade e alegria.


Na biblioteca escolar de Santa Catarina

Na escola básica de Carvalhal Benfeito

Na biblioteca Escolar de Alvorninha

Registo fotográfico da exposição da celebração do Dia Nacional dos Castelos


E assim concluímos mais uma celebração referente ao dia Nacional dos Castelos. Em primeiro lugar a todos os participantes. É com imensa satisfação que temos vindo a assistir a um envolvimento cada vez maior por parte dos nossos alunos na construção de castelos. Parte dos objetivos desta atividade prendem-se também com o prazer de voltar a construir algo manualmente. No fundo, dar valor ao aprender, fazendo.
Não houve limite à imaginação quanto aos materiais utilizados. Desde os materiais naturais, como areia, pedras, cortiça ou madeiras até à reciclagem de plásticos, papel, entre outros, tudo serviu para utilizar. Em alguns casos, apareceram materiais completamente inesperados. O melhor exemplo disso, o belo castelo de cartas (construídos a partir de dois baralhos de jogar). Para além da originalidade, trouxe à memória de alguns adultos, os belos baralhos de cartas que a TAP, a companhia aérea portuguesa, costumava oferecer aos seus passageiros nas décadas de setenta e oitenta. Alguns de nós ainda rimos ao pensar nos nervos que alguns colecionadores de preciosidades deste género poderiam sentir ao ver um baralho de cartas antigo utilizado para este fim.
Outros alunos optaram por tentar recriar alguns castelos portugueses. Os que seguiram esta linha de pensamento, escolheram sobretudo replicar os castelos de Guimarães e de Porto de Mós. Também não queremos esquecer aqueles que achando não ter grande habilidade manual para construir castelos (como o autor deste texto os compreende!) não deixaram também de dar o seu contributo, através da elaboração de trabalhos escritos ou ilustrativos em cartolina. De um modo ou de outro, todos quantos o quiseram, puderam participar.
Este ano foram sessenta e quatro os castelos em exposição. Aqui fica, para memória futura, as fotografias referentes à exposição. Na impossibilidade de os mostrarmos todos, apresentamos alguns dos castelos que participaram nesta atividade.
Luís Sousa

Cartaz da exposição da autoria da Valéria Beskorovaynyy do 5º B






domingo, 30 de outubro de 2011

Literacia para Todos




As crianças e jovens com multideficiência apresentam inúmeras dificuldades em desenvolver atividades significativas para a vida. Entre essas atividades encontram-se as que se categorizam como atividades de lazer. Grandes limitações no âmbito da comunicação e da mobilidade condicionam a participação em atividades que, para qualquer pessoa, representam momentos significativos de enriquecimento pessoal, de conhecimento do mundo e de convívio com os outros.
Espera-se que a escola seja um pólo difusor de informação, conhecimento e hábitos de leitura. As bibliotecas escolares têm tido um papel fundamental no desenvolvimento de competências de literacia.
A leitura, o acesso ao livro ou à informação digital, a literacia é hoje um direito de todas as crianças e jovens. Entende-se por literacia a capacidade de cada indivíduo compreender e usar a informação escrita contida em vários materiais impressos ou digitais, de modo a atingir os seus objetivos, a desenvolver os seus próprios conhecimentos e potencialidades e a participar ativamente na sociedade.
Então colocam-se algumas questões muito pertinentes: Uma vez que desde 2008 a inclusão das crianças e jovens com multideficiência nas escolas é uma realidade, como podem eles aceder às competências na área da literacia? Como será possível deixarem de ser ouvintes passivos? Até que ponto a escola pode criar condições para que a informação chegue a este grupo tão singular?

Tem sido constatado que as crianças e jovens com multideficiência realizam aprendizagens mais significativas se as competências na área da literacia forem trabalhadas de forma sistemática, com materiais adaptados às suas necessidades (tecnologias de apoio) e com a ajuda de uma outra pessoa. Segundo Fenlon, McNabb & Pidlypchack, (2010) o uso de tecnologias de apoio à comunicação por crianças com incapacidades graves tem sido documentado, em algumas experiências, como uma estratégia útil que as pode ajudar a iniciar o brincar com pares em salas de aula, efetuar escolhas, comunicar usando símbolos pictográficos para a comunicação (SPC).


 


Cabe aos docentes de educação especial o desenvolvimento das competências na área da literacia dos seus alunos através da criação e utilização do material necessário para isso. Neste momento os materiais que se utilizam são livros digitais (ou em papel) adaptados (com SPC e com Língua Gestual Portuguesa em vídeo e áudio) e livros multissensoriais. Os formatos apresentados são muito diversos porque se procura chegar a uma população de alunos muito heterogénea que necessita de formas muito individualizadas de apoio para chegar à informação. Segundo Nunes, (2011) Existem livros táteis, caixas de histórias (book box), histórias multissensoriais, sacos e sacolas com histórias (book bag), adaptação de livros com texturas, adaptação da história com símbolos pictográficos à comunicação (SPC), livros digitais, etc.



Literatura adaptada faz todo o sentido para esta população específica de alunos também por outras razões não menos importantes. Na verdade seria muito interessante se estes alunos, tal como os restantes, sentissem verdadeiro prazer dos momentos de leitura, participassem efetivamente na leitura e introduzissem no seu dia-a-dia esta atividade de lazer. Para além deste facto e numa visão ainda mais exigente para todos nós, professores e educadores, seria muito interessante conseguirmos que estes alunos com multideficiência pudessem exercer do seu direito de acesso à informação (impressa ou digital) e até conseguissem aumentar a sua participação no conto da história. Segundo Fenlon, McNabb & Pidlypchack (2010) as experiências de literacia devem integrar a rotina diária das crianças/jovens com multideficiência, para que se tornem momentos previsíveis. Essas experiências devem ser significativas para que elas possam envolver-se nessas atividades e desenvolver algumas competências. Estas crianças podem, por exemplo, participar no virar das páginas ou então participar na história recorrendo a um digitalizador da fala com o qual podem responder a questões ou repetir passos da história.



Tendo em consideração a importância de ampliar as experiências de vida das crianças e jovens com multideficiência e reconhecendo a responsabilidade que a escola tem e proporcionar os meios para que os direitos destes alunos sejam reconhecidos e exercidos, a Biblioteca Escolar e a Unidade de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiência da EB de Santa Catarina uniram esforços para concretizar o Projecto “Literacia sem Barreiras”. Este Projeto, ainda em fase de aprovação, tem três objetivos primordiais: criar vários tipos de livros adaptados, promover a literacia entre os alunos com deficiência/multideficiência e mobilizar toda a comunidade para o reconhecimento da literatura adaptada e literacia para deficientes. Porque a literacia não tem barreiras.

Teresa Miguel
 UAEEAM - Unidade de Apoio Especializado
para a Educação de Alunos com Multideficiência

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

E a grande vencedora do Concurso de Castelos 2011 é…

A grande vencedora do concurso de maquetas de castelos é a Margarida Costa, da Turma A do quinto ano. Recorrendo à reciclagem de materiais diversos, com destaque para as garrafas de plástico, cartão e esferovite, conseguiu erguer um castelo de dimensão considerável. Este trabalho conseguiu recolher a simpatia de muitos alunos da nossa escola que reconheceram o empenho da Margarida atribuindo-lhe os seus votos.

O nosso agradecimento aos autores das mais de seis dezenas de castelos que animaram a exposição deste ano. Os vossos trabalhos revelaram um grande espírito imaginativo, conseguindo recolher o reconhecimento de todos quanto puderam visitar a exibição. Queremos também agradecer de forma especial aos pais e encarregados de educação que durante a semana e meia em que os castelos estiveram expostos, a visitaram e puderam ver os trabalhos elaborados pelos nossos alunos. E já agora, pela ajuda a transportar alguns deles, visto que, o entusiasmo leva ao aparecimento de castelos enormes que necessitam de mais de uma pessoa para serem transportados. Os nossos alunos gostam de ver os seus pais, familiares e amigos envolvidos nos trabalhos que realizam.

Pelo seu trabalho, a Margarida irá receber um prémio, atribuído em colaboração entre o departamento de Ciências Sociais e Humanas e a Biblioteca Escolar. E sendo este um prémio escolar, nada melhor do que livros.

Esperamos que a iniciativa continue a recolher o vosso agrado e que possam poder continuar a participar com os vossos trabalhos.
Luís Sousa

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Concurso de Postais ComeniusWeek 2011 (início da votação)









Está a decorrer até ao dia 28 de outubro, a votação online no âmbito do concurso de postais lançado por altura da ComeniusWeek2011. Relembramos que esta foi uma iniciativa que teve lugar simultaneamente em todos os países europeus que regularmente participam em atividades Comenius, e, na qual a nossa escola participou. Entre as várias atividades que decorreram nessa semana foi lançado um desafio aos nossos alunos. Imaginarem e desenharem um logótipo que refletissem as temáticas a concurso, a saber, a Europa, o Comenius, os Clubes Europeus, o eTwinninge o voluntariado.

Recebemos propostas muito variadas, o que desde logo nos agradou bastante. Após a realização de uma seleção, segundo os critérios do regulamento, submetemos a candidatura dos trabalhos que melhor se enquadravam no espírito do concurso de postais.
Passaram alguns meses, e foi com agrado que nos foi comunicado a aceitação a concurso dos trabalhos elaborados pelos nossos alunos. Por todo o país, muitos estabelecimentos de ensino percorreram as mesmas etapas. É então chegado o momento de todos os trabalhos estarem expostos onlinee sujeitos ao escrutínio de todos quantos queiram participar nesta votação.
Para votar basta consultar o álbum online disponível na seguinte endereço…


… e clicar na estrela correspondente ao postal ou postais que mais vos agradar.
Mais uma vez, o nosso obrigado a todos os alunos que participaram em mais esta iniciativa escolar de caráter europeu.

Luís Sousa

sábado, 8 de outubro de 2011

LIGA-TE aos outros - Ano Europeu do Voluntariado 2011

Marca a diferença e... adere a este projeto!

O projeto destina-se a todos os alunos a partir do 7º ano. A ideia consiste na apresentação de propostas para resolver, através de actividades de voluntariado,  problemas locais que os próprios detetem. A AMI selecionará os três projetos mais consistentes e financiará os mesmos. (fonte;RBE)

Se quiseres saber mais informa-te aqui, na AMI