segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Pequenos cientistas…
“O que faz encher os balões? Por que pulam os
bonecos? De onde sopra o vento? Como funcionam os motores a jato? Os corpos
pretos absorvem mais ou menos calor do que os corpos brancos? Como se faz a
circulação através de corrente de calor? Como se processa a comutação da
energia solar em energia luminosa?”
Foi a estas questões que os pequenos
cientistas do pré-escolar e do 1º ciclo da EB de Alvorninha tentaram responder,
na Semana da Cultura Científica. A partir da exploração da maleta da energia,
alunos e professores discutiram procedimentos, realizaram experiências e interpretaram-nas
à luz do conhecimento científico.
Mas houve mais! Motivados pelo projeto
Comenius, depois dos sabonetes feitos no ano letivo passado, foi agora a vez do
“perfume de alfazema” ser produzido pelos alunosdo 4º ano!
Que cheirinho!
Preparação de um Encontro do Projeto Comenius…
Os alunos que frequentam a área
de hortofloricultura Catarina Marques, Alexandra Antunes, Tiago Mota e João
Rocha, juntamente com as professoras Ana Clemente e Helena Maia responderam ao
convite de trabalho em parceria com a equipa do Projeto Comenius produzindo
algumas lembranças. As fotografias ilustram a forma como todos se dedicaram ao
trabalho e fizeram marcadores de livros, mini arranjos natalícios e caixas de
cheiro de alfazema.
Esperamos que os parceiros húngaros
apreciem os nossos mimos!...

quarta-feira, 30 de novembro de 2011
O nosso Magusto
No dia 11 de Novembro, o Núcleo Pedagógico de Alvorninha comemorou o Magusto, contando com a participação ativa dos encarregados de educação e dos idosos do Centro de Dia.
Na Biblioteca, foi apresentada a obra “A Árvore Generosa”, de ShelSilverStein.
“(…)Todos os dias
o menino subia o seu tronco
balançava-se nos seus ramos
comia as suas maçãs,
descansava à sua sombra
e a árvore sentia-se feliz.
Mas o tempo passou.
O menino cresceu…”
A história, que fala de “uma árvore que amava um menino” e que retrata a nossa vida, de menino… a idoso, foi uma vez mais o mote para darmos as mãos e reforçarmos a ligação intergeracional.
A animação continuou depois com a atuação entusiástica dos alunos e dos idosos, cantando diversas canções e dos encarregados de educação do Grupo B/Pré-Escolar que dramatizaram a Lenda de São Martinho, com a participação dos meninos daquela sala. Foram momentos muito envolventes, que prenderam a atenção de todos os participantes.
Antes de se comerem umas belas castanhas, trocaram-se presentes: os idosos ofereceram-nos uma “Maria Castanha” e nós, uma tela intitulada “O nosso outono”!
“Gostei muito de participar no teatro a fazer a chuva” – Simão
“Gostei muito de ver o pai cantar” – Joana
“Gostei muito de ver os meninos grandes a cantar” – Camila
“Gostei muito do teatro, da parte em que o pai fez de São Martinho. O pai estava muito giro” – Constança
“Gostei muito do mendigo. Era a minha mãe” - Nuno
Na Biblioteca, foi apresentada a obra “A Árvore Generosa”, de ShelSilverStein.
“(…)Todos os dias
o menino subia o seu tronco
balançava-se nos seus ramos
comia as suas maçãs,
descansava à sua sombra
e a árvore sentia-se feliz.
Mas o tempo passou.
O menino cresceu…”
A história, que fala de “uma árvore que amava um menino” e que retrata a nossa vida, de menino… a idoso, foi uma vez mais o mote para darmos as mãos e reforçarmos a ligação intergeracional.
A animação continuou depois com a atuação entusiástica dos alunos e dos idosos, cantando diversas canções e dos encarregados de educação do Grupo B/Pré-Escolar que dramatizaram a Lenda de São Martinho, com a participação dos meninos daquela sala. Foram momentos muito envolventes, que prenderam a atenção de todos os participantes.
Antes de se comerem umas belas castanhas, trocaram-se presentes: os idosos ofereceram-nos uma “Maria Castanha” e nós, uma tela intitulada “O nosso outono”!
“Gostei muito de participar no teatro a fazer a chuva” – Simão
“Gostei muito de ver o pai cantar” – Joana
“Gostei muito de ver os meninos grandes a cantar” – Camila
“Gostei muito do teatro, da parte em que o pai fez de São Martinho. O pai estava muito giro” – Constança
“Gostei muito do mendigo. Era a minha mãe” - Nuno
Dia da Alimentação
Durante vários dias, na EB de Alvorninha, realizaram-se diversas atividades em torno do tema “alimentação”, de modo a sensibilizar toda a comunidade escolar para a importância de se adotar uma alimentação saudável.
Foram analisados e distribuídos, para levarem para casa, folhetos e um guia do Instituto do Consumidor, sobre a Roda dos Alimentos; registaram-se as ementas do almoço do Dia da Alimentação e, na aula, trocaram-se impressões acerca das mesmas; foram feitos os registos dos lanches saudáveis; na Biblioteca, alunos e professores assistiram à apresentação do PWP da história “A fada Francisca e a poção que faz crescer”, na qual se chamava a atenção para o valor da sopa; cada turma elaborou uma tela, correspondente a um dos grupos de alimentos, para se formar uma roda de alimentos que foi exposta numa das paredes do refeitório.
Para finalizar a comemoração da efeméride, realizaram-se as sessões de educação para a saúde, sob o mesmo tema, orientadas pela enfermeira Teresa Bilhastre.
Brincar com a Música
No passado dia 15 de Novembro, todas
as crianças do pré-escolar do Agrupamento, tiveram oportunidade de participar
na atividade “Brincar com a Música”, dinamizada pela professora bibliotecária,
Isabel Seno, do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre. A iniciativa resulta de
uma parceria entre bibliotecas escolares e tem como objetivos facilitar a
expressão e a criatividade, ajudar a comunicação e a integração no grupo,
desenvolver a atenção/concentração e a memória auditiva e contribuir para o
desenvolvimento da expressão corporal e adaptação ao espaço.
| Pré-escolar da escola básica e de Santa Catarina |
| Pré-escolar de Carvalhal Benfeito |
| Pré-escolar da Ramalhosa |
| Pré escolar da escola básica de Alvorninha |
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Os mais pequenos também sabem construir castelos!
Quem teve a oportunidade de ver
chegar à exposição de castelos os dois exemplares construídos pelos meninos e
meninas da sala do Pré-Escolar da nossa escola não pode deixar de sorrir
perante a sua entrada no edifício principal.
Chegaram à exposição alinhados
dois a dois, tal qual um pequeno exército a guardar o seu pequeno tesouro. Um tesouro
que necessitou ser transportado com todo o cuidado em rodados improvisados.
Após alguns malabarismos, os dois castelos finalmente assumiram o seu lugar de
destaque na exposição. Por esta altura, a curiosidade dos pequeninos já tinha
destruído a formatura pois não conseguiram resistir às dezenas de castelos
expostos.
Um castelo para o Shrek e outro
para a sua amada, Fiona, foi o conceito idealizado para a construção dos dois
castelos. Foi bastante imaginativo ter associado a ideia do castelo enquanto
presença habitual no cinema, neste caso o cinema infantil, algo que felizmente
está presente no imaginário dele, o que proporciona um bom campo de trabalho
para quem trabalha diariamente com eles. De todos os materiais utilizados na
elaboração dos castelos ficámos a saber através da educadora Anabela que as
cascas de noz despertaram uma boa quota da sua atenção e que foi bastante
disputada a tarefa de as colar ao castelo. Não faltaram nozes pelo que houve oportunidade
para todos terem o seu espaço para a respetiva colagem.
A avaliar pelo resultado final
dos castelos dos mais novos, não haverá problemas em manter esta atividade com
originalidade durante vários anos. Temos uma nova geração de arquitetos de
castelos a caminho.
Por todo o empenho e alegria
empregue nesta atividade queremos deixar um grande, grande agradecimento aos
nossos pequeninos artistas. À Beatriz, à Carlota, às três Carolinas, à
Constança, ao Daniel e ao Daniel, ao Diogo, ao Hector, à Lara, à Inês, à Laura,
à Madalena, à Rita, à Simone e ao Telmo merecem os nossos parabéns!
Luís Sousa
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Ata da Assembleia de Escola Escola Básica de Alvorninha - Pré-escolar e primeiro ciclo
Aos
dezasseis dias do mês de novembro do ano de dois mil e onze, pelas onze horas,
a presente assembleia de escola discutiu o seguinte tema: A tolerância.
Questões da
discussão a salientar:
O que é a tolerância / intolerância?
O que é a tolerância / intolerância?
Por que somos tolerantes?
Por que somos intolerantes?
Consequências de sermos tolerantes / intolerantes:
Limites da tolerância:
Conclusões:
Relativamente à primeira questão concluiu-se que a
tolerância é capacidade de aceitar as pessoas como elas são, o que foi dito
pelo aluno Miguel do terceiro D, ou seja, compreender as diferenças.
Enquanto se desenrolava a assembleia foram dados pelos alunos
exemplos de tolerância e intolerância e foram apresentados dois vídeos: O
Patinho Feio e Billy Elliot, um rapaz que queria ser bailarino, contrariando a
vontade da família.
No respeitante à terceira questão percebemos que somos mais
tolerantes para com as pessoas que conhecemos e gostamos, para com as que têm
gostos mais parecidos com os nossos e para com as que são mais simpáticas.
Tendemos a ser intolerantes quando temos medo, não conhecemos as pessoas ou as
situações, quando não gostamos das pessoas e quando estamos irritados.
Em referência às consequências de sermos tolerantes ou
intolerantes,conseguimos chegar à conclusão que se formos tolerantes fazemos
mais amigos, temos mais coisas porque podemos partilhar, evitam-se as guerras e
a violência.
No tocante à
questão dos limites da tolerância, ou seja, quando já não podemos continuar a
ser tolerantes, ou se pelo contrário deveremos ser sempre tolerantes, depois de
ouvidas várias opiniões, aceitou-se como limite o momento em que já não é
possível uma convivência segura das pessoas ou a integridade dos seus
pertences. A professora Tânia e a professora Alexandra apresentaram, como
exemplo do que se estava a discutir, o facto dos livros existentes no ponto de
leitura do átrio da escola estarem danificados devido ao mau uso que lhes é
dado. Tendo em conta a discussão inerente a este assunto, por proposta da
professora Alexandra, ficou acordado que nas respetivas turmas serão propostas
regras que possam orientar e disciplinar a utilização do ponto de leitura. A
partir destas propostas serão registadas as respetivas regras de utilização.
Nada mais havendo a
acrescentar, deu-se por encerrada a sessão.
Os
secretários:
João
Ferreira
Bianca
Tomé
Turma E
/ 4º ano
De mãos dadas…
Para além das visitas regulares dos
idosos à nossa Biblioteca, temos também assinalado, em conjunto, algumas
efemérides: o Dia Mundial do Idoso, o Pão por Deus e o Magusto.
Contamos histórias, fazemos
bolinhos, cantamos, trocamos presentes.E o importante é que todos ficamos mais ricos, porque se trocam saberes e se promove o convívio intergeracional!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Poesias a rimar com José Fanha
No
passado dia 3 de Novembro, com a colaboração da Casa das Artes da Rainha, todos os alunos do pré-escolar do Agrupamento e os
alunos do 1º ano da Escola Básica de Santa Catarina, Carvalhal Benfeito e
Alvorninha, tiveram a honra de receber o escritor e poeta José Fanha. Os
encontros decorreram no espaço das bibliotecas escolares, num ambiente muito
animado e de grande cumplicidade, com as poesias declamadas e as histórias reais
e inventadas pelo autor. José Fanha, também apreciou e autografou o trabalho feito pelos alunos do pré-escolar, baseado nos seus livros "O Dia em que a Mata Ardeu" e "O Dia em que o Mar Desapareceu", no âmbito do projeto "Histórias a Andar". É com muito orgulho que deixamos aqui o nosso agradecimento ao escritor pela sua
presença, simpatia, disponibilidade e alegria.
| Na biblioteca escolar de Santa Catarina |
| Na escola básica de Carvalhal Benfeito |
| Na biblioteca Escolar de Alvorninha |
Registo fotográfico da exposição da celebração do Dia Nacional dos Castelos
E assim
concluímos mais uma celebração referente ao dia Nacional dos Castelos. Em
primeiro lugar a todos os participantes. É com imensa satisfação que temos
vindo a assistir a um envolvimento cada vez maior por parte dos nossos alunos
na construção de castelos. Parte dos objetivos desta atividade prendem-se
também com o prazer de voltar a construir algo manualmente. No fundo, dar valor
ao aprender, fazendo.
Não houve limite
à imaginação quanto aos materiais utilizados. Desde os materiais naturais, como
areia, pedras, cortiça ou madeiras até à reciclagem de plásticos, papel, entre
outros, tudo serviu para utilizar. Em alguns casos, apareceram materiais
completamente inesperados. O melhor exemplo disso, o belo castelo de cartas
(construídos a partir de dois baralhos de jogar). Para além da originalidade,
trouxe à memória de alguns adultos, os belos baralhos de cartas que a TAP, a
companhia aérea portuguesa, costumava oferecer aos seus passageiros nas décadas
de setenta e oitenta. Alguns de nós ainda rimos ao pensar nos nervos que alguns
colecionadores de preciosidades deste género poderiam sentir ao ver um baralho
de cartas antigo utilizado para este fim.
Outros alunos
optaram por tentar recriar alguns castelos portugueses. Os que seguiram esta
linha de pensamento, escolheram sobretudo replicar os castelos de Guimarães e
de Porto de Mós. Também não queremos esquecer aqueles que achando não ter
grande habilidade manual para construir castelos (como o autor deste texto os
compreende!) não deixaram também de dar o seu contributo, através da elaboração
de trabalhos escritos ou ilustrativos em cartolina. De um modo ou de outro,
todos quantos o quiseram, puderam participar.
Este ano foram
sessenta e quatro os castelos em exposição. Aqui fica, para memória futura, as
fotografias referentes à exposição. Na impossibilidade de os mostrarmos todos, apresentamos alguns dos castelos que
participaram nesta atividade.
Luís Sousa
| Cartaz da exposição da autoria da Valéria Beskorovaynyy do 5º B |
domingo, 30 de outubro de 2011
Literacia para Todos
As crianças e jovens com
multideficiência apresentam inúmeras dificuldades em desenvolver atividades
significativas para a vida. Entre essas atividades encontram-se as que se
categorizam como atividades de lazer. Grandes limitações no âmbito da
comunicação e da mobilidade condicionam a participação em atividades que, para
qualquer pessoa, representam momentos significativos de enriquecimento pessoal,
de conhecimento do mundo e de convívio com os outros.
Espera-se que a escola seja um pólo
difusor de informação, conhecimento e hábitos de leitura. As bibliotecas
escolares têm tido um papel fundamental no desenvolvimento de competências de
literacia.
A leitura, o acesso ao livro ou à
informação digital, a literacia é hoje um direito de todas as crianças e jovens.
Entende-se
por literacia a capacidade de cada indivíduo compreender e usar a informação
escrita contida em vários materiais impressos ou digitais, de modo a atingir os
seus objetivos, a desenvolver os seus próprios conhecimentos e potencialidades
e a participar ativamente na sociedade.
Então colocam-se algumas questões
muito pertinentes: Uma vez que desde 2008 a inclusão das crianças e jovens com
multideficiência nas escolas é uma realidade, como podem eles aceder às
competências na área da literacia? Como será possível deixarem de ser ouvintes
passivos? Até que ponto a escola pode criar condições para que a informação
chegue a este grupo tão singular?
Tem sido
constatado que as crianças e jovens com multideficiência realizam aprendizagens
mais significativas se as competências na área da literacia forem trabalhadas
de forma sistemática, com materiais adaptados às suas necessidades (tecnologias
de apoio) e com a ajuda de uma outra pessoa. Segundo Fenlon,
McNabb & Pidlypchack, (2010) o uso de tecnologias de apoio à comunicação
por crianças com incapacidades graves tem sido documentado, em algumas experiências,
como uma estratégia útil que as pode ajudar a iniciar o brincar com pares em
salas de aula, efetuar escolhas, comunicar usando
símbolos pictográficos para a comunicação (SPC).
Cabe aos docentes
de educação especial o desenvolvimento das competências na área da literacia dos
seus alunos através da criação e utilização do material necessário para isso.
Neste momento os materiais que se utilizam são livros digitais (ou em papel)
adaptados (com SPC e com Língua Gestual Portuguesa em vídeo e áudio) e livros
multissensoriais. Os formatos apresentados são muito diversos porque se procura
chegar a uma população de alunos muito heterogénea que necessita de formas
muito individualizadas de apoio para chegar à informação. Segundo Nunes, (2011)
Existem livros táteis, caixas de histórias (book box), histórias
multissensoriais, sacos e sacolas com histórias (book bag), adaptação de livros
com texturas, adaptação da história com símbolos pictográficos à comunicação
(SPC), livros digitais, etc.
Literatura adaptada faz todo o
sentido para esta população específica de alunos também por outras razões não
menos importantes. Na verdade seria muito interessante se estes alunos, tal
como os restantes, sentissem verdadeiro prazer dos momentos de leitura,
participassem efetivamente na leitura e introduzissem no seu dia-a-dia esta atividade
de lazer. Para além deste facto e numa visão ainda mais exigente para todos nós,
professores e educadores, seria muito interessante conseguirmos que estes
alunos com multideficiência pudessem exercer do seu direito de acesso à informação (impressa ou digital) e
até conseguissem aumentar a sua participação no conto da história. Segundo
Fenlon, McNabb & Pidlypchack (2010) as experiências de literacia devem
integrar a rotina diária das crianças/jovens com multideficiência, para que se
tornem momentos previsíveis. Essas experiências devem ser significativas para
que elas possam envolver-se nessas atividades e desenvolver algumas competências.
Estas crianças podem, por exemplo, participar no virar das páginas ou
então participar na história recorrendo a um digitalizador da fala com o qual
podem responder a questões ou repetir passos da história.
Tendo em consideração a importância
de ampliar as experiências de vida das crianças e jovens com multideficiência e
reconhecendo a responsabilidade que a escola tem e proporcionar os meios para
que os direitos destes alunos sejam reconhecidos e exercidos, a Biblioteca Escolar
e a Unidade de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com
Multideficiência da EB de Santa Catarina uniram esforços para concretizar o
Projecto “Literacia sem Barreiras”. Este Projeto, ainda em fase de aprovação,
tem três objetivos primordiais: criar vários tipos de livros adaptados,
promover a literacia entre os alunos com deficiência/multideficiência e
mobilizar toda a comunidade para o reconhecimento da literatura adaptada e
literacia para deficientes. Porque a literacia não tem barreiras.
Teresa Miguel
UAEEAM - Unidade de Apoio Especializado
para a Educação de
Alunos com Multideficiência
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