terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Diário Comenius (dia 2) - “Longe da vista, longe do estômago”







Segunda-feira 14 de Fevereiro


Capuccino em Michalovce (Eslováquia)
Capuccino em Michalovce (Eslováquia)
Por estes dias, algures na Europa Central, existem dois professores que se lamentam várias vezes ao dia sobre as saudades que sentem das meias de leite da D. Fátima e da D. Manuela. Um Director de escola vai escutando com uma paciência do tamanho do Mundo. Procuram ansiosamente nos locais por onde vão passando, algo que aplaque as saudades e possa, mesmo que só por momentos, transportá-los mentalmente para o bar da escola. De vez em quando, deparam-se com substitutos temporários e disfarçam a distância da pátria e das meias de leite.

Diário Comenius (dia 2) - “Chegadas, encontros e reencontros”








Segunda-feira, 14 de Fevereiro

Placa identificativa de Kosice

Após a chegada a Kosice, fomos recebidos pela professora Lucia, uma das parceiras eslovacas do projecto. Como já a conhecíamos do encontro que se realizou na nossa escola acabou por ser um reencontro. Mais tarde também nós conhecemos mais colegas eslovacos envolvidos no projecto, mas que não tinham estado presentes no último encontro em Portugal.
Chegada dos alunos Comenius à escola em Secovce
Chegámos à escola a Secovce por volta das onze da manhã após uma viagem de comboio que durou três hora e meia e que atravessou a parte oriental da Hungria. Ao longo do percurso podemos ver alguns pormenores daquela, que segundo lemos, é a parte menos desenvolvida da Hungria. A viagem de comboio terminou em Kosice. Esta é a segunda maior cidade da Eslováquia logo a seguir à capital Bratislava. Secovce, a localidade onde se está a realizar este segundo encontro do projecto “Medicinal Herbs in Europe”, fica a cerca de trinta quilómetros de distância. O caminho entre as duas localidades faz-se entre um cenário de floresta, que nesta época está despida de folhagem, e ainda algumas aldeias e vila de pequena dimensão. As condições climatéricas estão óptimas. Vínhamos preparados para frio intenso, quiçá neve, e acabamos por nos deparar com um céu azul, quase igual ao que é normal em Portugal. Contudo, há alguns dias atrás, deve ter sido diferente, já que restam aqui e ali, pedaços de gelo.
Finalmente as nossas alunas conhecem presencialmente as alunas eslovacas que as receberão nas suas casas. Já há algum tempo que elas vêm mantendo contacto via internet, mas nada se compara com o poder conhecer-se alguém pessoalmente. Da nossa carrinha começamos a ver as alunas eslovacas. Estão contentes por finalmente chegarmos. Quando saímos, todas as alunas se cumprimentam como se tivessem estado apenas algum tempo sem se verem. Uma imagem que representa bem o espírito que se pretende atingir num projecto Comenius.
Alunos Comenius reunidos ao almoço.
Para além da parte relacionada com o intercâmbio cultural, os projectos Comenius têm uma vertente relacionada com o tema do projecto. Os assuntos relacionados com o tema em desenvolvimento são tratados e discutidos em reuniões de trabalho que podem acontecer em qualquer parte do dia, dependendo do agendamento que a escola anfitriã definir. Como estes encontros envolvem muitas escolas de locais diversos (este encontro em particular tem sessenta e cinco participantes) a hora de chegada das escolas participantes depende dos trajectos que cada uma faz até ao local do encontro.
Deste modo, é normal acontecerem encontros informais, onde as primeiras escolas a chegarem vão avançando nas matérias a desenvolver. Estes encontros informais acontecem tanto entre professores, como entre alunos. Este tipo de abordagem é muito importante, sobretudo entre alunos. Permite-lhes “quebrar o gelo”, algo que tem uma importância fundamental para os mais novos.
No lobby da escola de Secovce, a caminho da reunião com o director Milan Leskanic.
Enquanto os nossos alunos reuniram com os colegas eslovacos que os receberam efusivamente, os professores tiveram uma primeira reunião com a direcção da escola de Secovce. O director Milan Leskanic , também já nosso conhecido do encontro em Portugal recebeu-nos com grande satisfação. Nesta reunião acertámos pormenores sobre o trabalho a desenvolver nos cinco dias seguintes, assim como as actividades em que iríamos participar.



Com estas reuniões começou efectivamente o trabalho relacionado com o projecto.

Diário Comenius (dia 1 e 2) - “We Will Survive!”







Domingo, 13 e Segunda-feira 14 de Fevereiro

Placar informativo da estação perfeitamente legível e compreensível nessa língua adorável que é o húngaro
Este pequeno artigo pretende ilustrar a arte de sobrevivência de um grupo de portugueses perante situações inesperadas em território estrangeiro.
Situação 1. Os portugueses passeiam descontraidamente à noite nas avenidas de Budapeste. Fingem que não está frio e tentam enganar-se uns aos outros dizendo que não está mau, que podiam ser bem pior. Ninguém quer ser o primeiro a admitir, que se calhar até está um bocadinho de frio.
Situação 2. Os portugueses admiram a beleza de alguns edifícios de Budapeste. A dada altura, alguém dá por isso, que estando nós a fazer o caminho de regresso ao hotel, devíamos reconhecer os prédios. Mas não, continuam a aparecer coisas novas umas atrás das outras. Ocorre a alguém que se calhar enganámo-nos no caminho e estamos a andar em sentido contrário. Tentamos falar com dois autóctones que falam connosco em húngaro com a maior das naturalidades. Apontam para aqui e para ali, de um modo que nos parece sem qualquer nexo. Desconfiados como sempre, os portugueses chegam à conclusão que a rapaziada está mas é a gozar connosco. Passamos ao plano B. Voltar para trás e tentar recuperar o sentido de orientação. Ao fim de alguns minutos voltamos ao caminho certo. Estamos safos.
.Pequeno-almoço na estação internacional de Keleti
Situação 3. Os portugueses têm que sair do hotel antes das seis da manhã. O simpático rapaz da recepção do hotel diz-nos com ar pesaroso que o pequeno-almoço é servido a partir das sete. Mas, nós queremos comer! Passo seguinte, convencer o rapaz que quatro da madrugada, é uma boa hora para ele preparar umas sandes para nós, metê-las dentro de uns saquinhos com uns pacotes de sumo e oferecer-nos. Ele replica dizendo que se calhar não vai ter tempo para fazer isso, depende do serviço que tiver (qual serviço? A fazer o turno da noite!). Pensamos que se ele largar a televisão que passa um jogo de hóquei em gelo entre duas equipas húngaras que só ele conhece, tem mais que tempo para fazer o pequeno-almoço para nós. A coisa resulta bem e às seis da manhã estamos sentados na estação a tomar o nosso pequeno-almoço. O único ponto negativo da refeição a registar prende-se apenas com o facto de a Margarida não gostar de salame. Em virtude disto, o professor de História é obrigado a comer uma sandes com quatro camadas de salame.
Situação 4. São inúmeras as situações em que as pessoas falam connosco em húngaro ou eslovaco com a convicção que percebemos tudinho. Claro que percebemos. Sorrimos sempre e acenamos às vezes. E tudo corre bem.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Diário Comenius (dia 1) - “Pode um bilhete de comboio ser considerado artesanato?”







Domingo, 13 de Fevereiro
Bilhetes de comboio Budapest-Kosice
Outra das coisas essenciais quando se viaja em grupo é a gestão do tempo. Deixar tudo para a última da hora é má política, sobretudo quando não se tem a real noção do quanto demora a tratar dos assuntos que têm que ser tratados. Alguém pode dizer exactamente quanto tempo demora um grupo de portugueses a comprar bilhetes de comboio numa bilheteira habitada por uma senhora húngara, simpatiquíssima sem sombra de dúvida, mas ainda assim com o húngaro como língua materna? E se a isso acrescentarmos o facto de os bilhetes serem todos escritos à mão? Pois, é algum tempo. Mesmo sem sabermos que os bilhetes seriam feitos manualmente, resolvemos ir à estação saber algumas informações e comprarmos os bilhetes.
Estação internacional de Keleti
Estação internacional de Keleti
Vista frontal da estação internacional de Keleti
A compra dos bilhetes foi espectacular, também podia ser referido como meio surreal. Numa época em que tudo o que se parece com recibos, sai em modo quase automático após registo num computador, é impossível não ficar fascinado com um processo em que a pergunta “Quanto custa um bilhete de comboio daqui para Kosice?” inicia todo um procedimento que começa com a consulta de um dossier escrito à mão com trajectos, horas e preços. Complica-se com a questão “As crianças têm algum tipo de desconto?” já que implica que a senhora tenha que procurar outro dossier cheio de capas plásticas. Após acordo na compra dos bilhetes chega a altura de os fazer. Abrir livro dos bilhetes, preencher tudo com esferográfica azul, procurar por diversas vezes o papel químico (alguém ainda usa papel químico?) porque é preciso arquivar o duplicado. Ao fim de alguns (largos) minutos é preciso separar o bilhete do bloco e entregar-nos um recibo rasgado do caderno com alguma violência. Como seria de esperar, rasga-se de um modo muito pouco uniforme. A senhora não desarma e tira de uma gaveta uma tesoura enorme que acaba a fazer os acertos finais no recibo. Entrega-nos tudo com um sorriso de satisfação de quem terminou uma tarefa árdua. Do lado de cá do vidro, a nossa expressão facial é um misto de admiração e estupefacção. 
Vista frontal da estação internacional de Keleti
Tudo isto se passou na estação de Keleti, a estação principal de Budapeste. É a partir daí que se fazem as ligações internacionais (Alemanha, Áustria entre outros países). A nós interessava--nos a Eslováquia, mais propriamente a cidade de Kosice. Construída entre 1881 e 1884 tem tudo a ver com as grandes estações de comboios das grandes cidades europeias. Tal como a estação do Rossio está para Lisboa. É enorme e muito bonita, apesar de estar a precisar de restauro em grande parte do edifício. No dia em que isso aconteça, voltará a reviver os gloriosos dias em que o comboio era um meio de transporte fundamental para ligar as cidades europeias.
Aqui ficam fotografias do mais engraçado da ida à estação, os bilhetes manuscritos e também do aspecto geral da estação.

Diário Comenius (dia 1) - “Budapeste debaixo de terra”






Domingo, 13 de Fevereiro
Carruagem de metro em Budapeste
Muitas vezes, a parte mais fácil de uma viagem é chegar ao aeroporto de destino. Sair de um aeroporto e chegar ao centro da cidade para onde queremos, isso sim, pode tornar-se num problema, sobretudo quando olhamos para todo o lado e só vemos palavras escritas em húngaro. O húngaro é uma língua, que para nós, é totalmente incompreensível, tanto oralmente como escrito. Sendo assim, facilmente descobrimos que uma das partes mais importantes de uma viagem é o planeamento.
Pormenor de pegas para nos segurarmos dentro do metro
Voltando ao aeroporto, rapidamente levantámos as nossas malas e saímos em busca do autocarro que nos levaria à estação de metro. A partir daí, o caminho para o hotel onde iríamos ficar hospedados, seria mais fácil. Ainda assim, foi preciso mudar de linha. Talvez a ler, tudo isto pareça fácil, mas se juntarmos à fórmula, malas com vinte quilos e mochilas atulhadas de coisas, tudo fica mais complicado. Um grupo de pessoas com malas, desloca-se bem mais devagar do que uma pessoa sozinha. Outra lição aprendida.
À primeira vista, o metro de Budapeste, tem um ar extremamente decadente, mas aos poucos começa a revelar pequenos encantos aqui e ali. Tudo tem um ar antigo e a precisar de renovação urgente, aliás, em muitos dos sítios que passámos, já se vêem muitos estaleiros com obras de melhoramento a decorrer. Aprendemos que Budapeste, tem a segunda rede de metro mais antiga da Europa, logo a seguir à de Londres. Foi inaugurada em 1896.
Há partes dos corredores de acesso em que é possível ver as estruturas em ferro fundido do metro e que revelam bem todo o trabalho de engenharia que deve ter sido necessário para a construção. Grande aventura, enfrentar as escadas rolantes, que para além de terem uma inclinação descomunal, têm uma velocidade muito rápida. Depois de um par de minutos a estudar a situação, a estratégia encontrada passou por entrar um nós primeiro e o professor lançar a mala logo a seguir. Chegados à plataforma do metro, foi a loucura quando a carruagem chegou. De cor azul forte, intercalada aqui e ali com uns pontos de ferrugem, é impossível não simpatizar com elas. Os interiores também são bem engraçados. Aqui temos que destacar as pegas para as mãos e a iluminação interior.
Estrutura centenária em ferro fundido que suporta os túneis do metro
Fazemos a viagem a contar muito bem as dez estações do percurso, porque não dá confiar nos nossos conhecimentos de húngaro. Estar na posição de estrangeiro é uma experiência engraçada, vê-se tudo de um ponto de vista totalmente diferente. Ao ouvir-nos falar português entre nós, alguns passageiros tentavam perceber de onde éramos. Sentimo-nos objecto de curiosidade. Outro pormenor giro. À nossa frente, um casal comunicava naquilo que pensámos ser língua gestual húngara. Mudança de linha e fazemos mais duas estações até à terceira, chegamos ao nosso destino. O primeiro edifício histórico que nos surge à vista quando voltamos à luz do dia, é a estação de Keleti. É a estação internacional de comboios, e é daqui que partiremos amanhã de manhã, às seis e meia, para Kosice, Eslováquia.

Diário Comenius (dia 1) - “Ready, Set, Go”



Domingo, 13 de Fevereiro

Nas nuvens
O dia começou bem cedo, com o encontro de todos na área de partidas do aeroporto da Portela, em Lisboa. Após nos reunirmos avançámos para a área do check-in onde tratámos das formalidades. Para além da documentação normal, aquela que toda a gente precisa para poder viajar de avião, tivemos que mostrar autorizações de saída de Portugal, dadas pelos nossos pais, para que fosse possível viajar com os nossos professores. O entusiasmo de todos nós era grande e facilmente verificável por papéis que caíram ao chão e pela sensação (quase permanente) de perda de noção de onde andam os bilhetes. Por fim, lá conseguimos embarcar as malas. Fase seguinte, hora dos beijinhos e abraços aos nossos pais. Para grande espanto nosso, não houve lagriminha ao canto do olho! Feitas as despedidas horas de seguir para a área reservada ao embarque. Passámos com sucesso a área de detecção de metais. Agora sim, podíamos considerarmo-nos a sério dentro do aeroporto.
Os Alpes visto do céu
É incrível como o tempo passa quando estamos num aeroporto. Num instante chegou a hora de embarcarmos para o avião. Primeira curiosidade, o facto de o avião destinado a transportar-nos ter como nome de baptismo Columbano Bordalo Pinheiro. Mas esta foi só a primeiro facto engraçado da viagem.
Na cabine dos pilotos
Já dentro do avião, tempo para conversarmos, ler qualquer coisa e quando damos por isso já estamos no ar. Lisboa vai ficando pequenina, é bonita a cidade vista lá do alto, mas os nossos professores garantem-nos que nada bate a sensação da aterragem. Segundo parece, se for à hora certa, Lisboa revela uma luz imbatível em termos de beleza.
O avião Columbano Bordalo Pinheiro
Chegámos!
Viajar no mesmo avião que levou o Papa Bento XVI do Porto para Roma aquando da última visita a Portugal. Esta curiosidade (e outras mais) foi-nos contada pelo comissário de bordo Francisco, que foi de uma simpatia do tamanho do Mundo e que tudo fez para que esta viagem de avião se tornasse inesquecível. Explicou-nos como podíamos tentar concorrer e estudar para sermos hospedeiras. Mas a surpresa maior estava para vir. Afinal, não é todos os dias que é possível visitar a cabine de voo, poder falar com os pilotos e tirar fotografias. A vista é linda de morrer e a quantidade de botões é inacreditável.  Saímos de lá com um sorriso de orelha a orelha. Só de imaginar a inveja do resto dos passageiros. Mas isto não é para todos, foi uma experiência reservada a alunos da Escola de Santa Catarina. À saída despedimo-nos de toda a tripulação, agradecendo a amabilidade e fomos brindados com mais uma entrada no cockpit. Duas vezes num só voo, de facto não é para todos. E chegámos a Budapeste!


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

EXPOSIÇÃO - Letras e Cores, Ideias e Autores da República

No ano em que se comemoram cem anos sobre a implantação da República, a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB), em colaboração com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, apresenta a exposição «Letras e Cores, Ideias e Autores da República».
A partir de textos de autores que marcaram decisivamente a cultura humanístico-             
-literária em Portugal no final do século XIX e início do século XX, a DGLB convidou os ilustradores:

João Vaz de Carvalho
Afonso Cruz, Bernardo Carvalho
Marta Torrão, Teresa Lima
Rachel Caiano
Jorge Miguel
Carla Nazareth
Gémeo Luís
Alex Gozblau

 a tratar plasticamente dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da época:

- Ultimatum, Monarquia
- 5 de Outubro
- Igreja
- Educação
- Mulheres
- Modernismo
- Grande Guerra
- Chiado
- Revistas

O resultado mostra de que forma literatura e arte, passado e presente, se podem cruzar de forma coerente e harmoniosa, dando corpo a um percurso fulcral da história portuguesa contemporânea: o triunfo da ideia republicana de cidadania, a instauração do regime, a participação de Portugal na I Grande Guerra e a vida política, social, cultural e artística deste período.
O design da exposição é de Luís Mendonça.

exposição «Letras e Cores, Ideias e Autores da República», resulta de uma  parceria com a Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha e estará patente até ao dia 15 de Fevereiro no átrio de entrada da EBI/JI de Santa Catarina.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Visita de Estudo ao Museu da Cerâmica


No dia 18 de Janeiro, a turma C da E.B. de Alvorninha, visitou o Museu da Cerâmica, nas Caldas da Rainha. Quando chegámos, fomos recebidos pela responsável do ateliê da cerâmica que nos sugeriu que fossemos lanchar para depois fazermos a actividade que tinha preparado para nós.
Depois do lanche, mostrou-nos uma árvore em barro recortada em pedaços como um puzzle e propôs-nos um desafio. Tivemos que construir peças em barro para enfeitar a “nossa” árvore, baseadas em elementos da natureza que giram à volta de uma árvore. Fizemos peças muito giras: folhas, flores, frutos, pássaros, ninhos,borboletas, gatos e caracóis. Depois colámos as peças na árvore, que ficou muito bonita.
No dia 25 de Janeiro, fizemos a nossa segunda visita. Pintámos as peças que fizemos. A “nossa” árvore ficou um espectáculo!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

ALIMENTAÇÃO saudável

       No dia 19 de Janeiro de 2011,veio à Escola de Relvas a senhora enfermeira Paula, falar-nos de alimentação.
Mostrou-nos várias imagens acerca do tema, pois a professora tinha ido à junta de freguesia requisitar o retroprojector para assim vermos a matéria projectada na parede, pois tudo o que é acompanhado por imagens elucidativas é mais interessante.
Começou por mostrar a roda dos alimentos e, com o comando do computador, ia apontando com uma luz vermelha os alimentos que devemos consumir mais e os que devemos consumir menos para sermos saudáveis A maior parte destas matérias nós já conhecíamos, por isso, de forma pertinente e ordeira, colocámos questões e respondemos a outras que ela nos fez a nós. Aquando da comemoração do “dia da alimentação”a 16 de Outubro estudámos na sala este tema, fizemos espetadas de frutas e cantámos canções.
Agora, com esta visita, ficámos ainda mais despertos para importância da alimentação. Normalmente, a obesidade, a anorexia, as doenças do coração, entre outras, estão intimamente ligadas ao tipo de alimentação que fazemos. Estas explicações foram acompanhadas por imagens elucidativas.
Chamou-nos ainda a atenção para a higiene das mãos antes e depois das refeições.
Resumindo, costumamos dizer que “saber comer é saber viver” e o que a enfermeira Paula nos mostrou reforçou este provérbio, uma vez que nos explicou tudo muito bem, de uma forma muito simpática e nós ficámos felizes pois foi um dia diferente para a nossa Turma.
Alunos da Turma A de Relvas, 1.º e 4.ºanos

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

GERAÇÃO DEPOSITRÃO

Olá! Como estão?
 Nós somos os alunos da turma D da EBI/JI de Santa Catarina da Brigada REEE 2011 e cá estamos, de novo, para vos falar do projecto Geração Depositrão um projecto para  Eco – Escolas.

A Geração Depositrão surge nas Eco-Escolas em resultado de uma parceria entre a Associação Bandeira Azul da Europa e a ERP Portugal.
Pretendemos sensibilizar a escola e a comunidade envolvente para a problemática dos resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos e RP&A-Resíduos de Pilhas e Aculmuladores.
Então, estamos a realizar a actividade de recolha dos seguintes resíduos: telefones, telemóveis, ferros de engomar, aparelhos de rádio, torradeiras, câmaras de vídeo, fritadeiras, amplificadores de áudio, máquinas de café, instrumentos musicais, secadores de cabelo, ferramentas de jardinagem, escovas de dentes eléctricas, jogos de vídeo, máquinas de barbear, calculadoras, relógios de sala, conjuntos de comboios eléctricos balanças de cozinha, consolas de jogos de vídeo, computadores pessoais, equipamentos desportivos eléctricos, computadores portáteis, Impressoras, máquinas de escrever eléctricas ou electrónicas, pilhas e acumuladores.

Canta o hino connosco!






















































 “Dizer ao Mundo”

Nós queremos cantar,
Nós queremos, dizer ao Mundo,
Somos Geração Depositrão.

Com o nosso gesto,
Nós podemos fazer um mundo melhor,
Para toda a gente.

O Mundo em que vivemos,
Tem tanto para dar,
Com um simples gesto,
Vai Melhorar
Usar Depositrão,
Saúde a aumentar,
Então junta-te a nós, amigo.

As canções que cantamos
Têm um tom diferente
Às Pessoas que conhecemos
Devemos Dizer
Usar Depositrão,
Saúde a aumentar,
Então junta-te a nós, amigo.


O projecto no ano lectivo transacto foi um sucesso, em 2011 vai ser ainda melhor! 

PROCURA O DEPOSITRÃO NA EBI/JI de SANTA CATARINA e RECICLA!!!

Prometemos dar mais notícias!
Até breve!
A turma D da EBI/JI de Santa Catarina

Concurso O GRANDE C

Clica na imagem

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

ELEIÇÕES - Parlamento dos Jovens

Já foi escolhida a data para as eleições a realizar, na escola, no âmbito do projecto “Parlamento dos Jovens”: 24 de Janeiro. Nesse dia, os candidatos vão colocar em votação as suas listas e apresentar os respectivos manifestos eleitorais. Antes das eleições, cada lista vai poder expor as suas ideias sobre o tema “Violência em Meio Escolar” para que os alunos do segundo e terceiro ciclo (destinatários deste projecto) possam ter contacto com as opções disponíveis e realizar as suas escolhas.
As três listas participantes no Projecto “Parlamento dos Jovens” (2010/2011) são as seguintes:

Lista A
1- Ana Rita Correia (9º B)
2- Carolina Ferreira (9ºB)
3-Bruna Silva (9ºB)
4-Inês Carpinteiro (9ºA)
5-Laura Ribeiro (9ºA)
6- David Marques (9ºC)
7- Francisco Rebelo (9ºC)
8- Pedro Costa (9ºC)
9- Rafaela Afonso (9º A)
10 – Liliana Rocha (9ºA)

Lista B
1- Breno Capitão (8º C)
2- Miguel Brunido (8ºC)
3-Ana Pinto (8ºC)
4-Margarida Jacinto (8ºC)
5-Samuel Santos (8ºC)
6- Daniel Fialho (8ºC)
7- Miguel Luís (8ºC)
8- Alexandre Jacinto (8ºC)
9- Tiago Marques (8ºC)
10 – Ivo Ferreira (8ºC)

Lista C
1- Melina Santos (8º C)
2- Catarina Carvalho (8ºC)
3-Paula Marques (8ºC)
4-Natacha Pina (8ºC)
5-Ana Carolina Santos (8ºC)
6- Andreia Cesário (8ºC)
7- Ana Sofia Francisco (8ºC)
8- Patrícia Ferreira (8ºC)
9- Ricardo Dinis (8ºC)
10 – André Cesário (8ºC)

Nos painéis informativos existentes na escola estarão expostos os manifestos eleitorais de cada lista, assim como as respectivas propostas. Deverão ser lidos, de modo a poderem esclarecer as dúvidas de todos aqueles que participarem na votação.
Haverá ainda lugar a um período de três dias, em que as listas poderão realizar campanha eleitoral, utilizando, para tal, vários meios de transmissão de informação e esclarecimento acerca dos seus propósitos.
Este projecto é uma oportunidade para os alunos poderem estimular o gosto pela participação cívica e política, já que uma das ideias principais do projecto é proporcionar a experiência de participação em processos eleitorais, incentivando a reflexão e o debate acerca de um tema específico.
Dia 24 de Janeiro, participa, votando na lista que achares ser mais capaz de representar a escola na sessão distrital do projecto, que decorrerá no mês de Março, em Leiria.

Concurso Nacional de Leitura

Estão já apuradas as três alunas que vão representar o nosso agrupamento na final distrital do Concurso Nacional de Leitura . São elas a Beatriz Luís, do 7.ºC, a Ana Margarida Pinto, do 8.ºC, e a Raquel Rocha, do 9.ºA. Muitos parabéns!
 As três alunas foram apuradas através da primeira eliminatória das Olimpíadas da Leitura, onde obtiveram os três melhores resultados. Esta eliminatória decorreu, para o terceiro ciclo, até ao dia 13 de Janeiro e, para o segundo ciclo, continuará a decorrer até ao dia 20. Participa, se ainda não fizeste!

histórias com História

Nomes, datas e locais são normalmente os ingredientes da História, mas este ano a Escola de Santa Catarina pretende avivar a curiosidade dos seus alunos e dar-lhes a conhecer as outras histórias da História.
Usamos como desculpa os nomes, os locais e as datas e procuramos os alicerces do nosso saber e do nosso ser. Começámos pelos alunos de 1º ciclo.
Assim, em Outubro descobrimos um “soldado milhões” que na 1ª Guerra glorificou a nação portuguesa não pelos mortos que fez, mas pelos vivos que salvou. A um de Novembro vimos Lisboa tremer (em 1755, claro!) e conhecemos o rei D. José e o seu marquês de Pombal através da aguadeira de serviço. No mês de Dezembro o espírito de Natal conquistou-nos e a partir da história A noite de Natal fomos à descoberta do passado e do presente do Natal e dos seus símbolos. O desafio alargou-se aos quintos anos e a partir da leitura do livro Os três reis do Oriente, os alunos foram convidados a criar um Rei Mago e a prolongar o espírito natalício.
O labirinto da História é rico e aliciante… vem descobri-lo connosco ao longo do ano, numa biblioteca (muito especial) perto de ti!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

CHÁ E BOLO-REI



A Unidade de Apoio a  Alunos com Multideficiência festejou o Dia de Reis convidando todos os professores e funcionários da escola para um lanche informal.
Desta forma  retomou-se a tradição de promover momentos de convívio e partilha tão próprios desta época festiva.
Obrigada a todos, pois apesar do mau tempo que se fez sentir nesse dia, foram muitos os que se deslocar à sala da Unidade.

Helena Maia