quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O nosso Magusto

No dia 11 de Novembro, o Núcleo Pedagógico de Alvorninha comemorou o Magusto, contando com a participação ativa dos encarregados de educação e dos idosos do Centro de Dia.
Na Biblioteca, foi apresentada a obra “A Árvore Generosa”, de ShelSilverStein.
“(…)Todos os dias
o menino subia o seu tronco
balançava-se nos seus ramos
comia as suas maçãs,
descansava à sua sombra
e a árvore sentia-se feliz.
Mas o tempo passou.
O menino cresceu…”
A história, que fala de “uma árvore que amava um menino” e que retrata a nossa vida, de menino… a idoso, foi uma vez mais o mote para darmos as mãos e reforçarmos a ligação intergeracional.
A animação continuou depois com a atuação entusiástica dos alunos e dos idosos, cantando diversas canções e dos encarregados de educação do Grupo B/Pré-Escolar que dramatizaram a Lenda de São Martinho, com a participação dos meninos daquela sala. Foram momentos muito envolventes, que prenderam a atenção de todos os participantes.
Antes de se comerem umas belas castanhas, trocaram-se presentes: os idosos ofereceram-nos uma “Maria Castanha” e nós, uma tela intitulada “O nosso outono”!
“Gostei muito de participar no teatro a fazer a chuva” – Simão
“Gostei muito de ver o pai cantar” – Joana
“Gostei muito de ver os meninos grandes a cantar” – Camila
“Gostei muito do teatro, da parte em que o pai fez de São Martinho. O pai estava muito giro” – Constança
“Gostei muito do mendigo. Era a minha mãe” - Nuno





Dia da Alimentação

Durante vários dias, na EB de Alvorninha, realizaram-se diversas atividades em torno do tema “alimentação”, de modo a sensibilizar toda a comunidade escolar para a importância de se adotar uma alimentação saudável.

Foram analisados e distribuídos, para levarem para casa, folhetos e um guia do Instituto do Consumidor, sobre a Roda dos Alimentos; registaram-se as ementas do almoço do Dia da Alimentação e, na aula, trocaram-se impressões acerca das mesmas; foram feitos os registos dos lanches saudáveis; na Biblioteca, alunos e professores assistiram à apresentação do PWP da história “A fada Francisca e a poção que faz crescer”, na qual se chamava a atenção para o valor da sopa; cada turma elaborou uma tela, correspondente a um dos grupos de alimentos, para se formar uma roda de alimentos que foi exposta numa das paredes do refeitório.

Para finalizar a comemoração da efeméride, realizaram-se as sessões de educação para a saúde, sob o mesmo tema, orientadas pela enfermeira Teresa Bilhastre.

Brincar com a Música


No passado dia 15 de Novembro, todas as crianças do pré-escolar do Agrupamento, tiveram oportunidade de participar na atividade “Brincar com a Música”, dinamizada pela professora bibliotecária, Isabel Seno, do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre. A iniciativa resulta de uma parceria entre bibliotecas escolares e tem como objetivos facilitar a expressão e a criatividade, ajudar a comunicação e a integração no grupo, desenvolver a atenção/concentração e a memória auditiva e contribuir para o desenvolvimento da expressão corporal e adaptação ao espaço.


Pré-escolar da escola básica e de Santa Catarina
Pré-escolar de Carvalhal Benfeito
Pré-escolar da Ramalhosa
Pré escolar da escola básica de Alvorninha

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Os mais pequenos também sabem construir castelos!


Quem teve a oportunidade de ver chegar à exposição de castelos os dois exemplares construídos pelos meninos e meninas da sala do Pré-Escolar da nossa escola não pode deixar de sorrir perante a sua entrada no edifício principal.
Chegaram à exposição alinhados dois a dois, tal qual um pequeno exército a guardar o seu pequeno tesouro. Um tesouro que necessitou ser transportado com todo o cuidado em rodados improvisados. Após alguns malabarismos, os dois castelos finalmente assumiram o seu lugar de destaque na exposição. Por esta altura, a curiosidade dos pequeninos já tinha destruído a formatura pois não conseguiram resistir às dezenas de castelos expostos.
Um castelo para o Shrek e outro para a sua amada, Fiona, foi o conceito idealizado para a construção dos dois castelos. Foi bastante imaginativo ter associado a ideia do castelo enquanto presença habitual no cinema, neste caso o cinema infantil, algo que felizmente está presente no imaginário dele, o que proporciona um bom campo de trabalho para quem trabalha diariamente com eles. De todos os materiais utilizados na elaboração dos castelos ficámos a saber através da educadora Anabela que as cascas de noz despertaram uma boa quota da sua atenção e que foi bastante disputada a tarefa de as colar ao castelo. Não faltaram nozes pelo que houve oportunidade para todos terem o seu espaço para a respetiva colagem.
A avaliar pelo resultado final dos castelos dos mais novos, não haverá problemas em manter esta atividade com originalidade durante vários anos. Temos uma nova geração de arquitetos de castelos a caminho.
Por todo o empenho e alegria empregue nesta atividade queremos deixar um grande, grande agradecimento aos nossos pequeninos artistas. À Beatriz, à Carlota, às três Carolinas, à Constança, ao Daniel e ao Daniel, ao Diogo, ao Hector, à Lara, à Inês, à Laura, à Madalena, à Rita, à Simone e ao Telmo merecem os nossos parabéns!
Luís Sousa




terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ata da Assembleia de Escola Escola Básica de Alvorninha - Pré-escolar e primeiro ciclo


Aos dezasseis dias do mês de novembro do ano de dois mil e onze, pelas onze horas, a presente assembleia de escola discutiu o seguinte tema: A tolerância.
Questões da discussão a salientar:
O que é a tolerância / intolerância?
Exemplos de tolerância / intolerância:
Por que somos tolerantes?
Por que somos intolerantes?
Consequências de sermos tolerantes / intolerantes:
Limites da tolerância:
Conclusões:
         Relativamente à primeira questão concluiu-se que a tolerância é capacidade de aceitar as pessoas como elas são, o que foi dito pelo aluno Miguel do terceiro D, ou seja, compreender as diferenças.
         Enquanto se desenrolava a assembleia foram dados pelos alunos exemplos de tolerância e intolerância e foram apresentados dois vídeos: O Patinho Feio e Billy Elliot, um rapaz que queria ser bailarino, contrariando a vontade da família.
         No respeitante à terceira questão percebemos que somos mais tolerantes para com as pessoas que conhecemos e gostamos, para com as que têm gostos mais parecidos com os nossos e para com as que são mais simpáticas. Tendemos a ser intolerantes quando temos medo, não conhecemos as pessoas ou as situações, quando não gostamos das pessoas e quando estamos irritados. 
         Em referência às consequências de sermos tolerantes ou intolerantes,conseguimos chegar à conclusão que se formos tolerantes fazemos mais amigos, temos mais coisas porque podemos partilhar, evitam-se as guerras e a violência.
No tocante à questão dos limites da tolerância, ou seja, quando já não podemos continuar a ser tolerantes, ou se pelo contrário deveremos ser sempre tolerantes, depois de ouvidas várias opiniões, aceitou-se como limite o momento em que já não é possível uma convivência segura das pessoas ou a integridade dos seus pertences. A professora Tânia e a professora Alexandra apresentaram, como exemplo do que se estava a discutir, o facto dos livros existentes no ponto de leitura do átrio da escola estarem danificados devido ao mau uso que lhes é dado. Tendo em conta a discussão inerente a este assunto, por proposta da professora Alexandra, ficou acordado que nas respetivas turmas serão propostas regras que possam orientar e disciplinar a utilização do ponto de leitura. A partir destas propostas serão registadas as respetivas regras de utilização.
Nada mais havendo a acrescentar, deu-se por encerrada a sessão.
Os secretários:
João Ferreira
Bianca Tomé
Turma E / 4º ano




 

De mãos dadas…


A EB de Alvorninha caminha de mãos dadas com os “avós” do Centro de Dia.
Para além das visitas regulares dos idosos à nossa Biblioteca, temos também assinalado, em conjunto, algumas efemérides: o Dia Mundial do Idoso, o Pão por Deus e o Magusto.
Contamos histórias, fazemos bolinhos, cantamos, trocamos presentes.
 E o importante é que todos ficamos mais ricos, porque se trocam saberes e se promove o convívio intergeracional!


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Poesias a rimar com José Fanha


No passado dia 3 de Novembro, com a colaboração da Casa das Artes da Rainha, todos os alunos do pré-escolar do Agrupamento e os alunos do 1º ano da Escola Básica de Santa Catarina, Carvalhal Benfeito e Alvorninha, tiveram a honra de receber o escritor e poeta José Fanha. Os encontros decorreram no espaço das bibliotecas escolares, num ambiente muito animado e de grande cumplicidade, com as poesias declamadas e as histórias reais e inventadas pelo autor. José Fanha, também apreciou e autografou o trabalho feito pelos alunos do pré-escolar, baseado nos seus livros "O Dia em que a Mata Ardeu" e "O Dia em que o Mar Desapareceu", no âmbito do projeto "Histórias a Andar". É com muito orgulho que deixamos aqui o nosso agradecimento ao escritor pela sua presença, simpatia, disponibilidade e alegria.


Na biblioteca escolar de Santa Catarina

Na escola básica de Carvalhal Benfeito

Na biblioteca Escolar de Alvorninha

Registo fotográfico da exposição da celebração do Dia Nacional dos Castelos


E assim concluímos mais uma celebração referente ao dia Nacional dos Castelos. Em primeiro lugar a todos os participantes. É com imensa satisfação que temos vindo a assistir a um envolvimento cada vez maior por parte dos nossos alunos na construção de castelos. Parte dos objetivos desta atividade prendem-se também com o prazer de voltar a construir algo manualmente. No fundo, dar valor ao aprender, fazendo.
Não houve limite à imaginação quanto aos materiais utilizados. Desde os materiais naturais, como areia, pedras, cortiça ou madeiras até à reciclagem de plásticos, papel, entre outros, tudo serviu para utilizar. Em alguns casos, apareceram materiais completamente inesperados. O melhor exemplo disso, o belo castelo de cartas (construídos a partir de dois baralhos de jogar). Para além da originalidade, trouxe à memória de alguns adultos, os belos baralhos de cartas que a TAP, a companhia aérea portuguesa, costumava oferecer aos seus passageiros nas décadas de setenta e oitenta. Alguns de nós ainda rimos ao pensar nos nervos que alguns colecionadores de preciosidades deste género poderiam sentir ao ver um baralho de cartas antigo utilizado para este fim.
Outros alunos optaram por tentar recriar alguns castelos portugueses. Os que seguiram esta linha de pensamento, escolheram sobretudo replicar os castelos de Guimarães e de Porto de Mós. Também não queremos esquecer aqueles que achando não ter grande habilidade manual para construir castelos (como o autor deste texto os compreende!) não deixaram também de dar o seu contributo, através da elaboração de trabalhos escritos ou ilustrativos em cartolina. De um modo ou de outro, todos quantos o quiseram, puderam participar.
Este ano foram sessenta e quatro os castelos em exposição. Aqui fica, para memória futura, as fotografias referentes à exposição. Na impossibilidade de os mostrarmos todos, apresentamos alguns dos castelos que participaram nesta atividade.
Luís Sousa

Cartaz da exposição da autoria da Valéria Beskorovaynyy do 5º B