
À entrada do metro, cujo planeamento prévio de viagem,
indicava o caminho que nos levaria até ao centro de Istambul, e daí até ao
hotel onde iríamos pernoitar, aconteceu a primeira ocorrência estranha da nossa
expedição. Naturalmente, parámos junto à máquina de bilhetes, estudando o
método de os obter. As primeiras conclusões surgiram rapidamente, assim como a
ajuda de um cidadão turco que prontamente se ofereceu para nos auxiliar. A
dúvida prendia-se ao facto de precisarmos de oito bilhetes e o sistema apenas
fornecer um máximo de cinco. Quase sem darmos por isso, o nosso ajudante de
serviço tinha na mão uma das nossas notas para introduzir na bilheteira
automática. Tudo acabou bem, ou seja conseguimos os bilhetes. Mas, antes disso
fomos apresentados ao jeton. E o que
é o jeton, pode questionar-se quem
estiver a ler este artigo. Agora, sabemos que é o nome dado às fichas vermelhas
circulares que permitem a entrada no circuito de metropolitano de Istambul. Se
o soubéssemos anteriormente, não teríamos passado pela situação caricata de
termos ficado com uma expressão facial meio aparvalhada e desorientada. Isto
porque ao vermos entrar uma nota na máquina e começar a ver cair moedas
douradas, intercaladas com algo circular também, mas vermelhas. “Fomos
enganados!!! Saíram uma série de rodelas de plástico iguais às que utilizamos
nos carrinhos nos nossos supermercados. E mal saímos do aeroporto!” Felizmente,
isso não aconteceu. Foi com um equívoco
que os graciosos jetons entraram na
nossa estadia em Istambul.
Luís Sousa
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| Conheçam o jeton, o passaporte para os transportes públicos de Istambul! |


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