
Terça-feira, 15 de Fevereiro
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| Bar e bufete na escola de Secovce |
Passeio com alguma curiosidade
pelas várias partes que constituem a escola. Olho aqui e ali e tento perceber
como funcionam as coisas. Alguns alunos eslovacos passam por mim a pensar que
estou meio perdido. Ouço alguns sussurrar entre eles que sou português. A
identificação é fácil de conseguir. Tenho ao pescoço a minha identificação
referente ao projecto.
Chego a um sítio que me parece
vender coisas para comer. Olho para dentro e descubro a congénere eslovaca da
Dona Fátima do nosso bar na escola. Fico parado a olhar para as prateleiras,
tentando perceber se aquilo que estou a ver à venda, são mesmo garrafas de dois
litros de refrigerantes. Também existem para venda todo o tipo de batatas
fritas e salgados de toda a espécie. O tamanho que reina nas prateleiras é o XL
e o colesterol tem aqui um espaço de eleição capaz de levar ao desespero metade
dos médicos de família de Portugal. Penso cá para mim, nos argumentos que vou
utilizar quando regressar a Portugal e pedir à Dona Fátima se me pode preparar
umas bifanas, ou quem sabe, num momento de loucura uma sandes de courato para o
intervalo das dez da manhã. Para acompanhar, uma gasosa, se não for pedir
muito.


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